Vídeo em destaque

terça-feira, 27 de maio de 2014

Documentário chocante!








domingo, 25 de maio de 2014

Pastor Silas Malafaia faz importante alerta!






sexta-feira, 23 de maio de 2014

Magno Malta defende Marisa Lobo






Alimento Sólido 1 - Cristo antes, durante e depois


       
Inicio aqui a publicação de uma série de estudos bíblicos que fiz há alguns anos e que estavam armazenados em meus arquivos. Pra não virar peça de museu, resolvi publicá-los e disponibilizá-los gratuitamente através do Dropbox.
        O primeiro estudo dessa série recebe o título: Cristo antes, durante e depois. Durante muitos anos tentei harmonizar o que a Bíblia ensinava a respeito de Jesus e só consegui depois de perceber que ela menciona 3 fases de Cristo: antes da encarnação, durante sua peregrinação na Terra e depois da ressurreição. Em cada uma dessas etapas a essência d’Ele é a mesma, mas as condições e o estado são diferentes. Notei que essa forma de raciocínio harmonizava o texto bíblico sem conflito doutrinário. Pelo que notei, a fase ou o estágio de Cristo mais difícil de ser assimilado é o humano. O lado humano e natural de Jesus parece ser frequentemente superestimado, como se as pessoas quisessem torná-Lo mais espiritual do que Ele realmente foi. Sua fase antes da encarnação e depois da ressurreição parece ser facilmente aceita.
        Devo ressaltar que só cheguei a essa conclusão depois de muito diálogo com um irmão em Cristo que me trouxe tal entendimento. Isso em 2011! Segue o link abaixo! Em breve, outros estudos relevantes também serão divulgados.



https://www.dropbox.com/s/h0xrgen7qypr8fk/Cristo.Antes.Durante.Depois.pdf

Cristo antes, durante e depois (clique aqui para baixar)



Um abraço a todos.

Marconi BS Costa

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Vale a pena assistir!



      
Desconsiderando alguns aspectos exóticos, este vídeo traz informações muito úteis e interessantes. Recomendo este e outros vídeos que em breve serão postados aqui no blog. A principal motivação em divulgá-los é perceber que a internet ainda é a melhor forma de promover informações dessa natureza que podem contribuir com o progresso da humanidade. Apesar de antigo e mesmo não trazendo informações tão novas, o vídeo é instrutivo. Aproveitem, pois em breve a internet não irá disponibilizar a liberdade de expressão. NÃO ESQUEÇA DE ATIVAS AS LEGENDAS EM PORTUGUÊS NO YOUTUBE!!!




domingo, 18 de maio de 2014

A sutil diferença entre pregar e ministrar








        Pode parecer trivial, mas a diferença entre pregar e ministrar é muito significativa e estabelece uma importante distinção entre ministros e pregadores. Pregar o Evangelho é anunciá-lo, proclamá-lo, divulgá-lo, promulgá-lo. Ministrar a Palavra de Deus é suprir as necessidades espirituais dos ouvintes. Pregar o Evangelho se aproxima muito de evangelizar, ministrar a Palavra de Deus é edificar a igreja. Obviamente, todo ministro é um pregador, mas nem todo pregador é um ministro. Pregar o Evangelho não exige tanto preparo e unção. Porém, ministrar exige preparo, unção, chamado, consagração, maturidade, sensibilidade ao Espírito Santo, percepção, graça, favor, reconhecimento da soberania de Deus etc.
        Você não pode ministrar se não foi ungido para isso, pois ninguém pode dar aquilo que não recebeu (Jo 3.27; 19.10,11; Hb 5.1-4). Pregar, por outro lado, está ao alcance de todo aquele que rende sua vida a Cristo, independente de ser ungido ou não para tal tarefa (II Co 5.18-20). Normalmente na igreja há muitos pregadores e poucos ministros. Por não ter chamado e não ser ungido para isso, a maioria dos pregadores acaba se concentrando na eloquência ou em tornar o culto uma atração, enquanto que um ministro tem o zelo e o cuidado de falar aquilo que Deus deseja comunicar à igreja. Essa distinção tem um efeito significativo sobre a congregação. É exatamente em função dessa diferença que muitas pessoas preferem ouvir um ministro a um pregador. Em geral, a preocupação dos pregadores está na reação que a igreja demonstra diante daquilo que ele fala. Um ministro, por outro lado, não usa a reação da igreja como critério ou como termômetro da mensagem. Sua prioridade é fluir na inspiração do Espírito Santo (Mt 10.19,20; Lc 12.11,12; 21.12-15; At 6.8-10; I Pe 4.10,11; Êx 4.10-12).
Não é difícil perceber a diferença entre um ministro e um pregador. Por esse motivo, não podemos condenar as pessoas que tem preferência por um determinado ministro. Essa preferência é uma reação involuntária e não há nada de errado nisso. O equívoco é se recusar a ouvir um pregador e fazer partidarismos em função deste ou daquele (I Co 3.4-7; II Tm 4.3,4). Mas, a simples preferência por determinados ministros não tem nada de errado. Veja esses exemplos bíblicos: Mt 7.28,29; Lc 4.32,36; Jo 7.44-46. Quem você gostaria de ouvir: Jesus ou os fariseus? A Inspiração ou a religião?
A diferença entre ministros e pregadores é também um exemplo do exercício da soberania divina. Quando um sujeito é separado para o ministério por uma escolha meramente humana, Deus não tem obrigação de ungi-lo para tal tarefa. Por mais que se esforce, ele vai falar, falar e não vai edificar ninguém (salvo em raras ocasiões). Porém, quando é o próprio Deus quem escolhe, normalmente tal escolha é acompanhada por uma unção palpável. Normalmente, um ministro é usado por Deus (ou tem a obrigação de ser) com certa frequência, enquanto que para um pregador, essa frequência é mais baixa. Usado por Deus no contexto em que escrevo aqui se refere a alimentar e nutrir espiritualmente os ouvintes ou fluir naquilo em que foi designado por Deus para ser.
A ausência da unção, da graça e do chamado na vida de uma pessoa faz uma diferença enorme. Nada substitui a unção, a inspiração e a atuação do Espírito Santo (At 4.8; 9.31; 10.38; 13.2; 20.22,23,28; Rm 15.18,19; I Co 12.3-11; Hb 2.4; II Pe 1.21). Você pode ter vários parceiros à unção e ao Espírito Santo: eloquência, oratória, retórica, linguagem vernácula, recursos eletrônicos (data show, tablet, notebook) etc. Mas substitutos JAMAIS!!! É claro que estes recursos podem ser muito úteis ao ministro, mas não são fundamentos, são acessórios! Parceiros do Espírito Santo são aceitáveis, mas substitutos não!!! Um culto sem Ele ou um culto onde Sua vontade soberana é ignorada, é como estar num funeral: todos ficam parecendo zumbis. Porém, um culto onde Ele tem liberdade e Seus desígnios são atendidos, é um culto cheio de vida. Por mais belo que seja um pregador, por mais eloquente que seja sua linguagem, por mais preparo teológico e intelectual que possua, sem unção, sem o chamado e sem a graça divina, tal pregador será um mero animador de auditório. O máximo que conseguirá fazer é entreter a igreja, distraí-la. E distração deixa o espírito faminto! Ser alimentado com animações e programações meramente humanas deixa o cristão espiritualmente debilitado, sempre precisando de aconselhamento e oração. Ser alimentado com a essência da Palavra de Deus nutre seu espírito e o leva a um crescimento saudável (Jo 4.34; 6.27,53-58; I Co 3.2; Hb 5.12-14; I Pe 2.2). Não se iluda: a Palavra de Deus é o nosso maior e melhor alimento. Porém, são poucos os que estão prontos para alimentá-lo com essa Palavra. O simples fato de uma pessoa ter um título eclesiástico não significa nada. Ela pode ter conquistado tal posição através de uma dentre muitas formas humanas que são empregadas atualmente.
Em várias ocasiões saí frustrado de cultos. Nestas ocasiões, os pregadores pareciam não ter qualquer preocupação com seus ouvintes e os subestimava. Acredito que o mínimo que se pode oferecer a uma pessoa em um culto é uma ministração consistente da Palavra de Deus (I Co 4.1). É possível oferecer às pessoas uma Palavra sólida sem exigir do ouvinte um Ph.D. em teologia. Uma Palavra sólida não é uma Palavra difícil de entender, na verdade não tem nenhuma relação com dificuldade de compreensão ou vocabulário refinado. A Palavra mais sólida que existe é aquela que é inspirada pelo Espírito Santo. Contudo, a inspiração está sendo negligenciada pela mera ocupação, ou seja, ocupar e preencher um culto virou prioridade. Muitas vezes tal preenchimento é enchimento de linguiça. NADA SUBSTITUI A INSPIRAÇÃO!!!! Você pode ter parceiros e auxiliares da inspiração, mas substitutos não! Se não há inspiração, é por que a soberania do Espírito Santo está sendo ignorada. É praticamente impossível dar liberdade ao Espírito Santo e não presenciar o fluir de Sua unção (II Co 3.17; Ef 4.30; I Ts 5.19). Seja este fluir no ensino, na manifestação dos dons, numa intensa celebração de louvor e adoração a Deus, em cânticos espirituais, na pregação etc. Como será este fluir, não podemos prever e nem determinar, apenas devemos nos entregar a ele (Ez 47.1-12). Obviamente, não é sempre que veremos e presenciaremos este fluir abundante, mas sua frequência certamente não deve ser baixa no Corpo de Cristo.
 
Um abraço a todos.

Marconi BS Costa

quarta-feira, 7 de maio de 2014

A sutil diferença entre nascer de novo e se converter






         Há um entendimento equivocado a respeito do novo nascimento e da conversão. Esses eventos são diferentes e podem ser resumidos assim: todos os que nasceram de novo se converteram, mas nem todos que se converteram nasceram de novo. O indivíduo tem pouco ou nenhum controle sobre a ocorrência do novo nascimento, é uma experiência que vem de cima para baixo e resulta do exercício da soberania divina (Jo 3.27). Já na conversão, a decisão consciente do sujeito é parte integrante do processo. A única contribuição do sujeito para nascer de novo é se converter ao Evangelho conscientemente. Contudo, isso não significa que o convertido não esteja salvo, pelo contrário, a salvação atinge tanto o que nasceu de novo quanto o que apenas se converteu (Jo 3.18; 5.24; 6.40,47; 17.3; Rm 10.8-13). A diferença é que o nascido de novo tem maior probabilidade de desfrutar dos benefícios da salvação do que o sujeito que apenas se converteu.
         As características de um nascido de novo são inconfundíveis: fome insaciável da Bíblia, ardente desejo pelo crescimento espiritual, intensidade no ato de congregar, etc. Já aquele que apenas se converteu não apresenta nenhuma destas evidências, ou pode apresentar uma ou outra com pouca intensidade. Apesar de ser uma decisão consciente, o convertido que não nasceu de novo demonstra muito mais uma adesão intelectual a um conjunto de ritos e crenças do que uma experiência real com Cristo. Isso não é culpa dele. As reações de um nascido de novo e de um convertido são involuntárias. Um nascido de novo não consegue fingir que apenas se converteu, e um convertido é incapaz de interpretar que nasceu de novo. As motivações para se converter são muitas: problemas de ordem emocional, conjugal, financeira, enfermidades, etc. A motivação para nascer de novo é: reconhecimento de que é um pecador e que necessita desesperadamente da graça divina.
         Considere o exemplo de Nicodemos (Jo 3.1-12). Quando ele se dirigiu a Jesus, suas palavras foram de reconhecimento da divindade do Messias e da aprovação de Deus a respeito de Cristo. O curioso foi a resposta de Jesus: é necessário nascer de novo! Ou seja, não é suficiente reconhecer a divindade de Cristo, para entrar e ver o Reino de Deus é preciso nascer de novo. O Reino de Deus foi definido por Paulo como justiça, paz e alegria no Espírito Santo (Rm 4.17). Ora, contemplar esse Reino e entrar nele se refere a compreendê-lo espiritualmente e usufruir de seus recursos, vivê-lo, interagir com ele, se mover nele. Para tanto, é necessário nascer de novo. (lembre-se: há uma sutil diferença entre Reino de Deus e Reino dos céus. Tal diferença não era conhecida pelos apóstolos de Cristo, nem pelos copistas e nem pelos tradutores, por isso em nossas traduções eles são iguais. Em outro momento abordaremos esse assunto detalhadamente)
Nicodemos indagou como nascer de novo e Jesus não respondeu como. Ele enfatizou a exigência do novo nascimento (v. 5), distinguiu o nascimento natural do espiritual (v. 6) e demonstrou a soberania divina sobre quem nasce de novo (v. 8). Isto é, não há uma fórmula mágica para fazer este ou aquele usufruir do novo nascimento. É exercício da soberania divina. Nicodemos foi o clássico exemplo de uma pessoa que apenas se converteu, mas não nasceu de novo. Isso não quer dizer que não estivesse salvo, mas que Nicodemos tinha apenas uma compreensão religiosa do Reino de Deus e não a revelação plena (I Co 2.14).
Nesse momento é oportuno destacar que o novo nascimento se desdobra em nascer da água e do Espírito (Jo 3.5). O nascer da água é o nascer da Palavra de Deus (Jo 13.10; 15.3; II Co 7.1; Ef 5.25-27; Hb 10.22; I Pe 1.22,23). É o processo pelo qual tanto o convertido quanto o nascido de novo experimenta: ser limpo pela exposição e submissão de sua vida à Palavra de Deus. Esse processo é prolongado. Segundo as Palavras do próprio Jesus, Seus discípulos já estavam limpos pela ... palavra que vos tenho falado (Jo 15.3). Mesmo estando limpo, o comportamento deles era natural. É o que acontece hoje. Muitas pessoas se convertem, estão na igreja, desenvolvem atividades na obra, mas são naturais. Apesar de terem nascido da Palavra, não nasceram do Espírito. Não possuem compreensão e intervenção das coisas do Reino de Deus. Dão bom testemunho, evitam uma vida pecaminosa, se afastam das coisas mundanas, mas não desfrutam de uma vida plena em Deus. Elas pouco usufruem dos benefícios da salvação. São pessoas naturais (I Co 2.14; Hb 5.11-14). Possuem muito mais uma visão religiosa do que espiritual acerca das coisas de Deus. Por isso Paulo orava tanto pela igreja: Ef 1.17-19; Fl 1.9-11; Cl 1.9,10.
O nascer do Espíritoocorre quando o sujeito tem as dimensões do Reino de Deus abertas diante de seus olhos (I Co 2.9-16). É quando o indivíduo é mergulhado, inserido e imergido na dimensão do Espírito e dela toma ciência e com ela passa a interagir conscientemente. É um processo de revelação que só Deus pode proporcionar (Mt 11.25-27; 16.17; Lc 2.26; II Co 4.6; Gl 1.15,16; Ef 3.8-11). A dinâmica do novo nascimento está bem definida em Ez 36.25-27:
Nascer da água - Então, aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei.  
Nascer do Espírito - Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis. 
Os discípulos de Jesus só tiveram acesso ao nascer do Espírito quando o Mestre ressuscitou e soprou sobre eles o Espírito (Jo 20.22; Tt 3.5). Experiência essa que atingiu o apogeu no batismo do Espírito Santo (At 2; 19.1-7). Deve-se ressaltar que o batismo no Espírito Santo também abre para o sujeito as portas da dimensão espiritual. 
Sobre o novo nascimento, Paulo, o apóstolo da fé, escreveu em II Co 5.17: E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas. Ou seja, para desfrutar dessa experiência singular, só através de Jesus. Ninguém na antiga aliança teve o privilégio de usufruir do novo nascimento (Gl 6.15).
Qual a contribuição da igreja para que mais pessoas desfrutem do novo nascimento? Essa pergunta é difícil responder, mas temos algumas pistas. Paulo escreveu aos irmãos na Galácia: ... meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós... (Gl 4.19). Dores de parto denunciam nascimento e Paulo já tinha sofrido tais dores pelos gálatas, mas estava sofrendo de novo. É provável que o número de nascidos de novo aumente na mesma proporção que a igreja interceda pelos perdidos e sofra tais dores de parto na intercessão. É provável também que o ambiente e atmosfera que uma pessoa se expõe tenham grande influência sobre a possibilidade dela nascer de novo. Ambientes religiosos e meramente humanos, dificilmente promovem o mover e ação do Espírito de Deus. Logo, é pequena a probabilidade de alguém nascer de novo num ambiente religioso, tradicional, mecânico etc. O lugar onde o Espírito Santo é desejado e onde há liberdade para Ele fluir, é o ambiente propício ao novo nascimento, sobretudo quando Sua soberania é reconhecida.

Um abraço a todos.

Marconi BS Costa