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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Três mitos sobre a Teoria do Design Inteligente (TDI)




 Neste vídeo, Paul A. Nelson discorre a respeito de três mitos relacionados à Teoria do Design Inteligente (TDI). Esta palestra foi gravada no Primeiro Congresso Brasileiro do Design Inteligente. Paul Nelson é professor adjunto na Universidade de Biola.







quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Vida: projeto inteligente ou acidente do acaso?






       Embora não seja um defensor árduo da teoria do design inteligente (TDI) e nem da teoria da evolução (TE), suspeito que ambas possuam contribuições relevantes nas pesquisas da origem da vida. Sou um defensor fervoroso da pesquisa científica livre de dogmas religiosos e acadêmicos. Particularmente admito que as respostas mais concretas sobre a origem da vida e do universo estão presentes na natureza física da realidade. Ou seja, para mim não interessa qual teoria está certa ou errada, mas sim para onde apontam as evidências presentes na estrutura da vida e do universo. As propriedades e características da realidade assinalam claramente a existência de inteligência cientificamente detectável.
O vídeo acima não discute estas ideias profundamente, mas é útil para fomentar o debate em torno de um tema tão relevante. O único aspecto que me preocupa tanto nos defensores da TDI quanto nos defensores da TE é o aparente compromisso ideológico que eles possuem e que colocam acima da própria ciência. A melhor forma de se fazer ciência é não possuir nenhum compromisso ideológico prévio, pois este certamente irá interferir nos resultados das pesquisas. Um cientista honesto não pode fugir das evidências só porque elas contradizem suas expectativas. E é nesse ponto que lamento profundamente. Boa parte da ciência que se produz hoje está carregada de prisões ideológicas e de tendências subjetivas. Fabrica-se ciência hoje visando confirmar um ponto de vista antecipado e não em busca da verdade em si.
Enquanto as ideologias forem priorizadas acima da verdade, o debate científico/acadêmico será desonesto e dominado pelo establishment vigente. A história da ciência mostra que sempre foi assim: a vaidade e arrogância dos pesquisadores acabam sendo vencidas pela verdade. Infelizmente, isso leva muito tempo. Vamos continuar torcendo por uma postura coerente por parte da academia e pelo avanço honesto e digno da ciência.

Um abraço a todos.

Marconi BSC

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Respondendo mal a um grande desafio




        Me parece que nunca antes na história da igreja brasileira foi tão necessária sua participação no cenário político-social. O problema é que a igreja atual não está a altura do desafio. Na verdade, se encontra a anos-luz de distância. Temos um grande número de irmãos extremamente alienados pelo processo religioso que se resume a classificar tudo e todos em termos de certo/errado, preto/branco, de Deus ou do diabo etc. Uma linha de pensamento reducionista, míope e alienadora da realidade.
        A igreja que o Brasil precisa não é a que temos. As gerações passadas fizeram um bom trabalho, mas infelizmente foram vítimas de uma forma religiosa de pensamento altamente nociva na qual tudo é ‘coisa do diabo’. Ou seja, nessa visão medíocre, a política é do diabo, a mídia é do diabo, as academias e universidades são do diabo, a pesquisa científica é do diabo etc. Por esse argumento torpe, muitos foram enganados pelo próprio diabo e hoje temos uma igreja que não sabe se posicionar politicamente, socialmente e cientificamente. A boa notícia nesse cenário terrível é que Deus está erguendo uma nova geração que saberá ter uma postura digna do Evangelho e que também possuirá credibilidade na academia, na ciência, na política, no contexto social etc. ONDE FOR NECESSÁRIO!


        Veja como uma ideia religiosa camuflada de humildade pode ser extremamente danosa. Na visão distorcida de muita gente religiosa, alguém que não se dedica exclusivamente à vida eclesiástica e vive alienado do meio social em que está inserido, é uma pessoa espiritual. Um raciocínio nefasto! Na história contemporânea da igreja ao redor do mundo, vários homens de Deus foram muito competentes em suas carreiras profissionais em campos distintos do contexto eclesiástico. Atualmente não possuímos bons representantes em número suficiente na academia, na política, na mídia, no cenário social, na pesquisa científica. Há décadas estamos carentes de cristãos competentes nesses e em outros setores da sociedade.
        Em outras nações parece ser mais comum presenciar cristãos influentes em seu contexto social, mas no Brasil isso não é visto com bons olhos. Um equívoco descomunal! Em nosso país você não é considerado espiritual se como cristão der uma contribuição para o desenvolvimento social, econômico, político, científico etc. da nação. Você é considerado espiritual apenas se sua contribuição resultar no aumento do número de igrejas ou algo neste sentido. Por esta razão a alienação dominou totalmente a igreja e hoje ela se baseia até mesmo em “visões” de irmãos para saber, por exemplo, em quem votar para presidente.
        Aparentemente, esse estado de alienação não só é promovido por boa parte dos líderes das igrejas como parece ser confortável para eles. O cenário indica que é mais fácil ter o controle de uma congregação alienada do que uma igreja pensante. O atrofiamento mental dos indivíduos promovido pelo contexto religioso não parece ser acidental. Como já coloquei em outro post, o compromisso de muitas religiões não é com os princípios morais objetivos ensinados no Evangelho soberano de nosso Senhor Jesus Cristo. O compromisso de muitas religiões é com os princípios administrativos do sucesso e brilhantismo. O conteúdo pleno e original do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo é inadequado para sustentar e fomentar um sistema meramente humano-religioso. O verdadeiro Evangelho do Senhor Jesus Cristo visa libertar o homem do pecado, do maligno, do sistema mundano e até mesmo das garras da religião. Neste Evangelho o homem é pleno em Cristo.
        Acredito que embora o processo seja muito lento, Deus está trabalhando nos bastidores para trazer à tona uma nova geração que não se omitirá nas questões relevantes que a sociedade exige e dará um testemunho significativo em campos fundamentais. Creio particularmente que os princípios morais objetivos ensinados no verdadeiro Evangelho de Cristo ao nortear a vida de uma pessoa, a torna capaz de dar uma enorme contribuição para o desenvolvimento de uma sociedade. Note que eu não disse que uma pessoa meramente religiosa poderá contribuir para o desenvolvimento social, mas uma pessoa submetida aos ensinos puros de Cristo pode trazer grandes benefícios na ciência, na política, no desenvolvimento social etc. Sem o filtro da religião, a igreja poderá responder à altura aos desafios que lhe são apresentados. Tenho certa expectativa para ver essa nova geração atuando e influenciando o Brasil a caminhar na direção do desenvolvimento. De fato, acho que já localizei alguns, mas vou continuar a busca. Espero que você seja estimulado a fazer parte desse novo time que se levanta com a bandeira da coragem e do posicionamento, bem longe da covardia e omissão!

Um abraço a todos.

Marconi BSC

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Primeiro Congresso Brasileiro do Design Inteligente





Será um evento histórico que marcará a consolidação da TDI no Brasil e reunirá pela primeira vez os inúmeros defensores do Design Inteligente espalhados por todos os cantos do país.
         O 1º TDI-BRASIL se iniciará na sexta-feira 14 de Novembro às 18:30h com cerimônia de abertura, palestras de abertura e um jantar de gala com música ao vivo.
         No sábado 15 de Novembro teremos várias palestras e discussões, almoço no The Royal e um break à tarde de quase 2,5h para confraternização na piscina do hotel seguido a partir das 16:30h de mais palestras e debates até as 21h, e mais um jantar de gala (Noite da Pizza).
         No domingo teremos mais palestras pela manhã, seguido de mesa redonda e uma assembleia histórica com a criação da Sociedade Brasileira do Design Inteligente e a elaboração do Primeiro Manifesto público TDI-BRASIL sobre o ensino da evolução e do Design Inteligente em nossas escolas e universidades públicas.
         O 1ºTDI-Brasil pretende como seu alvo maior reunir toda a comunidade científica brasileira de "inteligentistas", aqueles que entendem que as evidências científicas - em várias de suas áreas - corroboram hoje o DI como a melhor inferência sobre as nossas origens - da Vida e do Universo, para que juntos conheçam melhor a teoria e seus fundamentos, e se organizem para divulgar e defender a TDI.
         O Congresso terá então - como seu foco principal - a comunidade acadêmica formada por alunos universitários - de graduação, mestrado e doutorado, e pós-docs - professores e pesquisadores de escolas, colégios, universidades e centros de pesquisa - e também profissionais - de todas as áreas do conhecimento científico.
         Como a Ciência das origens é multidisciplinar, e suas inferências terão sempre fortes implicações filosóficas e teológicas, sendo alvo de amplo destaque e divulgação em jornais, revistas e programas de TV, atenção especial será dada também para a participação de profissionais, pesquisadores e professores das áreas de filosofia, teologia e da mídia em geral.
         O alvo maior do congresso é a formação de uma comunidade de cientistas e profissionais que defenda e propague a TDI no Brasil, através de palestras, artigos, e mídia em geral, e que defenda a TDI com os fundamentos corretos da TDI, com conhecimento de causa e com o suporte e referendo da Sociedade Brasileira do Design Inteligente (TDI-BRASIL).
         O Congresso será direcionado a cientistas e profissionais, e estudantes nas áreas de ciência incluindo filósofos e teólogos mas será aberto a todos os interessados em conhecer a TDI e os seus princípios e fundamentação. O 1ºTDI-Brasil será um congresso pioneiro, histórico, e portanto inesquecível, imperdível! Programa-se para participar e venha conhecer melhor a teoria que está contra-revolucionando a Ciência de nossas origens.





segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Um breve comentário sobre as eleições






         Embora pareça retórico não posso deixar de tecer aqui no blog alguns comentários sobre as eleições e o posicionamento dos evangélicos. A cada eleição o cenário se repete e os temas do casamento gay e aborto se tornam predominantes. Então, os cristãos assumem uma postura limitada na qual pressupõem que o problema do Brasil se resume ao aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Em relação a isso, gostaria de fazer algumas observações:
1º Quem for eleito presidente do Brasil não irá governar uma nação de 50 milhões de evangélicos, mas um país com mais de 200 milhões de brasileiros. É natural que no meio de um povo tão heterogêneo, o presidente deverá buscar e manter um governo que dialogue com todos os seguimentos, ainda que contraditórios.
         2º O grande problema do nosso país não é o aborto e nem a união civil entre pessoas do mesmo sexo! A enfermidade que deve ser varrida do Brasil é a corrupção. Sem ela, uma educação pública padrão Fifa seria facilmente alcançada (e nem precisaria aumentar a carga tributária). A igreja no Brasil parece superestimar alguns temas em detrimento de outros. Investir em educação, cultura, saúde, geração de emprego etc. é tão importante quanto se opor ao aborto. De fato, é possível evitar muito mais abortos investindo nestas coisas do que simplesmente se opondo a projetos de lei. Há uma forma mais inteligente de combater não apenas o aborto, mas também outras mazelas similares!
         3º O compromisso do governo não é com a Bíblia e nem com os princípios cristãos. Seu compromisso é com a constituição brasileira. É claro que a Bíblia contém princípios morais que se forem observados e praticados por uma nação inteira, o resultado será esplêndido. Mas, GRAÇAS A DEUS, a Bíblia não é o Alcorão e nós não somos islâmicos, somos cristãos. E como cristãos devemos ser os primeiros a erguer a bandeira da democracia. Naturalmente, uma democracia fundamentada em valores eternos e princípios morais, mas que continua sendo democracia. Portanto, um governo que se vê pressionado por setores da sociedade, tende a no mínimo, dialogar com tais setores, contanto que suas reivindicações não firam a constituição.
         4º Eleger cristãos não significa que teremos mudanças significativas. Lamentavelmente, muitos dos candidatos cristãos são despreparados e extremamente prosélitos. Boa parte deles tem compromisso com interesses pessoais e partidários. Além disso, não sabem conviver numa democracia, porque transportam a cultura eclesiástica para a vida pública, o que é um equívoco.
         5º Além do aborto e casamento gay, há diversos outros temas relevantes que devem ser considerados na hora de avaliar um candidato e seu programa de governo. Alguns assuntos são cruciais como combate à corrupção, reformas (política, tributária, agrária), economia, investimentos em educação, saúde, geração de emprego, combate à violência etc. Apesar desses temas serem extremamente relevantes, os cristãos ignoram e acham que um presidente vai governar o Brasil pensando exclusivamente em lidar com a questão do aborto e do casamento homoafetivo.
         6º Dilma não é Jezabel, Lula não é Acabe e não existem mais profetas como era Elias no Antigo Testamento. De fato após 12 anos no poder, não há mais o que se esperar do PT. Já tiveram sua cota e o rodízio de poder é uma premissa básica numa democracia. O fato do PT lutar contra os princípios morais objetivos não deve ser motivo de espanto. Eles possuem um compromisso ideológico oposto ao dos cristãos e deixaram isso claro há muito. Sendo assim, devemos recorrer às alternativas que se apresentam. Não é preciso transformar Dilma e Lula em demônios.
         7º Na época em que Jesus esteve entre nós e também na época do ministério apostólico de Paulo e Pedro, havia inúmeras práticas pecaminosas equivalentes a estas que hoje os cristãos tanto protestam. Mesmo assim, não se observa nenhum deles se dedicando a combater tais práticas. Nem o Senhor Jesus, nem Paulo, nem Pedro, nem qualquer outro apóstolo assumiu uma briga pessoal contra os praticantes do homossexualismo e do aborto. Isso não significa que essas práticas sejam corretas ou que eles foram omissos. Significa apenas que devemos dar atenção à santidade e não ao pecado. Devemos intencionar a salvação do pecador e não focar no que ele pratica. Devemos buscar sua salvação e não sua condenação. Foi isso que o Senhor Jesus fez. Sempre atraiu o pecador ao arrependimento, jamais o afastando para longe. Obviamente em nossa sociedade moderna há situações que exigem um posicionamento mais enérgico como foi o caso do PLC122. Contudo, isso não acontece o tempo todo.

         O Brasil não precisa de proselitismo evangélico, precisa de uma igreja que o ame de verdade e que assuma o compromisso de influenciar a nação da forma mais digna e coerente possível. Infelizmente, o amor proselitista ainda é maior e o apelo institucional é predominante. Parece que os cristãos não estão defendendo a vida e a família quando se opõem ao aborto e casamento gay. Estão defendendo uma causa institucionalizada, ou seja, apenas por que a instituição que eles fazem parte se opõe a estas questões então eles também se opõem. Parece que para os cristãos, defender suas instituições é mais importante do que defender os princípios eternos do Evangelho de nosso Senhor Jesus. Talvez um dia a igreja cresça e como resultado desse crescimento e maturidade, a nação brasileira experimente uma transformação digna do Evangelho. Enquanto esse crescimento não chegar, qualquer transformação e mudança jamais estarão a altura do Evangelho. Será apenas superficial.

Um abraço a todos.

Marconi BS Costa


quarta-feira, 16 de julho de 2014

A insanidade ateísta – parte II







Trecho do livro ‘Um ateu garante: Deus existe’
      
Antony Flew:

Fiquei especialmente impressionado com a refutação minuciosa de Gerry Schroeder ao que chamo de ‘teorema do macaco’. Essa ideia, apresentada de formas variadas, defende a possibilidade de a vida ter surgido por acaso, usando a analogia de uma multidão de macacos batendo nas teclas de um computador e, em dado momento, acabarem por escrever um soneto digno de Shakespeare.

Em primeiro lugar, Schroeder referiu-se a um experimento conduzido pelo Conselho de Artes Nacional Britânico. Um computador foi colocado numa jaula que abrigava seis macacos. Depois de um mês martelando o teclado — e também usando-o como banheiro! —, os macacos produziram cinquenta páginas digitadas, nas quais não havia uma única palavra formada. Schroeder comentou que foi isso o que aconteceu, embora em inglês haja duas palavras de uma só letra, o "a" (um, uma) e o "I" (eu). O caso é que essas letras só são palavras quando isoladas de um lado e de outro por espaços. Se levarmos em conta um teclado de trinta caracteres usados na língua inglesa — vinte e seis letras e outros símbolos —, a probabilidade de se conseguir uma palavra de uma letra, martelando as teclas a esmo, é de 30 vezes 30 vezes 30, ou seja, vinte e sete mil. Então, há uma chance em vinte e sete mil de se conseguir uma palavra de uma letra.

Schroeder, então, aplicou as probabilidades à analogia do soneto. Começou perguntando qual seria a chance de se conseguir escrever um soneto digno de Shakespeare antes de continuar:

Todos os sonetos são do mesmo comprimento. São, por definição, compostos de catorze versos. Escolhi aquele do qual decorei o primeiro verso, que diz: "Devo comparar-te a um dia de verão?". Contei o número de letras. Há 488 letras nesse soneto. Qual é a probabilidade de, digitando a esmo, conseguirmos todas essas letras na exata sequência em todos os versos? Conseguiremos o número 26 multiplicado por ele mesmo, 488 vezes, ou seja, 26 elevado à 488ª potência. Ou, em outras palavras, com base no 10, 10 elevado à 690ª potência.

Agora, o número de partículas no universo — não grãos de areia, estou falando de prótons, elétrons e nêutrons — é de 10 à 80ª. Dez elevado à octagésima potência é 1 com 80 zeros à direita. Dez elevado à 690ª é 1 com 690 zeros à direita. Não há partículas suficientes no universo com que anotarmos as tentativas. Seríamos derrotados por um fator de 10 à 600ª. Se tomássemos o universo inteiro e o convertêssemos em chips de computador — esqueçam os macacos —, cada chip pesando um milionésimo de grama e sendo capaz de processar 488 tentativas a, digamos, um milhão de vezes por segundo, produzindo letras ao acaso, o número de tentativas que conseguiríamos seria de 10 à 90ª. Mais uma vez, seríamos derrotados por um fator de 10 à 600ª. Nunca criaríamos um soneto por acaso. O universo teria de ser maior, na proporção de 10 elevado à 600ª potência. No entanto, o mundo acredita que um bando de macacos pode fazer isso todas as vezes.

Antony Flew:

Após ouvir a apresentação de Schroeder, eu lhe disse que ele estabelecera, de maneira perfeitamente satisfatória e decisiva, que o "teorema do macaco" era uma bobagem, e que fora muito bom demonstrar isso apenas com um soneto. O teorema é, às vezes, proposto através do uso de obras de Shakespeare, ou de uma única peça, como Hamlet. Se o teorema não funciona com um simples soneto, é simplesmente absurdo sugerir que a origem da vida, um feito muito mais elaborado, possa ter acontecido por acaso.


       Precisa dizer mais alguma coisa?


Fonte:

Flew, Antony. Um ateu garante: Deus existe. As provas incontestáveis de um filósofo que não acreditava em nada. Tradução Vera Maria Marques Martins. - São Paulo: Ediouro, 2008.


Na internet: 


segunda-feira, 7 de julho de 2014

A insanidade ateísta










       Trecho do livro ‘Um ateu garante: Deus existe’:


       “Existem seres finitos, mutáveis.

A atual existência de todos os seres finitos e mutáveis é causada por outra.

Não pode haver um regresso infinito de causas do ser, porque um regresso infinito de seres finitos não causaria a existência de coisa alguma.

Desse modo, existe uma primeira Causa da existência atual desses seres.

A primeira Causa deve ser infinita, essencial, eterna e única.

A primeira Causa não causada é idêntica ao Deus da tradição judaico-cristã.”
(Terry Miethe)


Fonte

Flew, Antony. Um ateu garante: Deus existe. As provas incontestáveis de um filósofo que não acreditava em nada. Tradução Vera Maria Marques Martins. - São Paulo: Ediouro, 2008.


Na internet: 




quinta-feira, 3 de julho de 2014

A teoria da evolução também comprova a existência de Deus





Hillsong Movie - Let Hope Rise (Official Trailer)






Tentativa de ressurreição do experimento de Urey-Miller para explicar a origem da vida


        
        Neste artigo publicado recentemente na Angewandte Chemie International Edition, os autores tentam ressuscitar o experimento morto de Urey-Miller sobre a origem da vida:


Stanley Miller, 1999.
Source/Fonte: James Sugar


        As críticas antigas de Jonathan Wells do experimento de Urey-Miller ainda se aplicam:

(1) Os pesquisadores ainda usaram os gases errados: metano, amônia e vapor de água. Há décadas, os geoquímicos não têm considerado a probabilidade de que esses gases foram abundantes na atmosfera da Terra primitiva.

(2) Os pesquisadores ainda ignoraram a presença de oxigênio, que destrói os produtos desejados. Wells explicou que o oxigênio, provavelmente, era abundante devido à fotodissociação da água na atmosfera. O oxigênio permaneceria enquanto que o hidrogênio escaparia rapidamente para o espaço.

(3) Mesmo que traços de quantidades de amônia ou metano e outros gases redutores estivessem presentes, eles teriam sido destruídos rapidamente pela radiação ultravioleta.

(4) Nenhum aminoácido tem sido criado em experimentos de descarga de faíscas usando uma atmosfera real de nitrogênio, dióxido de carbono e vapor de água, mesmo na ausência de oxigênio.

(5) Os aminoácidos produzidos eram racêmicos (misturas de formas dextrogiras e levogiras). Fora as raras exceções, a vida usa somente a forma levogira.


Os astrobiólogos precisam explicar como que o primeiro replicador isolou uma mão daquela mistura, ou como inicialmente obteve função de formas misturadas de aminoácidos, e depois mais tarde converteu-as em formas únicas de mãos. Nenhuma dessas possibilidades é plausível para processos naturais não guiados – especialmente quando a seleção natural não estaria disponível até que a replicação exata fosse alcançada.

(6) Reações cruzadas indesejáveis com outros produtos gerariam alcatrão, destruindo os aminoácidos. Somente isolando os produtos desejados (uma forma de interferência do investigador – alguém poderia chamar de design inteligente) é que eles poderiam reivindicar sucesso parcial.

(7) Os aminoácidos tendem a se desfazer em água e não a se juntar. Sob as melhores condições com cianamida, Bada e Parker somente obtiveram dipeptídeos. Ciclos repetidos de molhar e secar teriam que ser imaginados para a polimerização, mas muitos astrobiólogos hoje em dia pensam que a vida se originou nas fontes hidrotermais profundas.

(8) Os reagentes desejados seriam extremamente diluídos nos oceanos sem plausíveis mecanismos de concentração. Mesmo assim, eles se dispersariam sem os vasos plausíveis como as membranas celulares, para mantê-los próximos.

(9) Os polipeptídeos sem vida não iriam a lugar nenhum sem um código genético para conduzi-los.

(10) Os experimentos de Urey-Miller não podem falar da origem de outras moléculas complexas necessárias para a vida: ácidos nucleicos, açúcares e lipídios. Algumas dessas moléculas complexas exigem condições muito diferentes do que as retratadas para a síntese de aminoácidos: e.g., um ambiente deserto com boro para a síntese da ribose (essencial para o RNA).


O experimento de Urey-Miller sobre a origem da vida pode ser uma teoria bonita para alguns, mas como Thomas Huxley bem salientou, muitas teorias bonitas foram mortas somente por um fato feio. Nós acabamos de lhe apresentar dez fatos feios que matam o ícone do experimento de Urey-Miller.


sexta-feira, 27 de junho de 2014

1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente



Primeiro Congresso Brasileiro do Design Inteligente será realizado nos dias 14, 15 e 16 de novembro no The Royal Palm Plaza, em Campinas. Congresso reestabelecerá a verdade sobre nossas origens na Ciência verde-amarela. Acesse o site do congresso e acompanhe maiores informações.



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quarta-feira, 25 de junho de 2014

terça-feira, 17 de junho de 2014

Uma palavra não convencional sobre namoro









        Confesso que tô um pouco cansado desse blá blá blá sobre namoro que frequentemente surge na internet e em alguns debates. Em geral, a galera tenta dar uma receita e algumas dicas para os jovens não entrarem numa fria. A proposta é boa, mas não satisfatória. Vou expor aqui o meu parecer que levei alguns anos p/ desenvolver. Devo dizer que ele leva em conta a minha própria experiência, os princípios ensinados na Bíblia, alguma observação das experiências alheias e uma dose de sensatez.
        Direto ao ponto: há uma ideia equivocada de que existe namoro santo. É impossível ter um namoro santo fora do casamento, pois para ter acesso aos privilégios do namoro, é preciso CASAR! E os jovens querem namorar mesmo sem casar, querem namorar apenas p/ não ficarem sozinhos. Fora do casamento nenhuma prerrogativa do namoro se sustenta. Beijar, abraçar, acariciar, tocar, alisar etc. são estímulos INEVITÁVEIS em um namoro e eles não são lícitos sem a aliança do casamento.
O sexo com penetração não é a única forma de contato ilícita fora do casamento. Intimidade aponta apenas em uma direção: a do aumento. Beijar, abraçar, acariciar, tocar etc. fora do casamento, desperta desejos que não podem ser supridos sem que sejam cometidos pecados. Além disso, o sexo não se resume à penetração. A atividade sexual inicia muuuuuuuuuuito antes de uma penetração e já traz consigo toda a carga que antecede o ato sexual.
Beijos, abraços, carícias e toques só podem ser usufruídos dentro da aliança do casamento e não somente o sexo com penetração. Quem não deseja cumprir os deveres do casamento, perde o privilégio de desfrutar os direitos que ele proporciona. Infelizmente, a cultura liberal está invadindo a igreja e os princípios do Reino de Deus estão sendo traídos. É nesse momento que a gente percebe que uma igreja cheia não significa nada! Nesse contexto, se faz uma série de recomendações para evitar que um casal não caia em fornicação. Dentre elas, a mais frequente é que o jovem deve casar logo, pois é perigoso namorar durante muitos anos. Embora pareça espiritual, essa recomendação é totalmente pueril. Dizer a um jovem que namore mas não avance na intimidade, é como colocar uma suculenta fatia de carne na frente de um cachorro faminto e dizer: não coma! Ou seja, pura tolice! Se você não está casado, então não tem direito às prerrogativas do namoro. Lembre de Salomão: ​A posse antecipada de uma herança no fim não será abençoada (Pv 20.21). Namorar sem casar é ter acesso antecipado a uma herança e no fim se torna ilegal.
Quer ter um namoro santo, CASE! Siga estas instruções: prepare-se para a vida (estudando e trabalhando), pratique um esporte, aprenda outro idioma, tenha amizades saudáveis, se envolva em alguma atividade na igreja etc. Acima de tudo: torne-se um bom candidato! Lembre: casamento não é apenas uma questão de encontrar a pessoa certa, mas de ser a pessoa certa. Portanto, torne-se alguém que valha a pena casar, torne-se um bom pretendente e provavelmente você encontrará alguém à altura. Depois de casar NAMORE MUUUUUUUUUUUUUUUUUUUITO! FAZENDO ASSIM, você terá um namoro santo. SEM RESENHA!!!
E o que fazer ao encontrar a pessoa certa? Simples: comprometa-se com ela. Para se comprometer é desnecessário beijar, abraçar, acariciar etc. EXATAMENTE como exemplifica a Bíblia (Gn 24; Lc 1.26,27), assumir um compromisso com alguém para casar não é preciso namorar antes. Pode namorar depois de casar! Na proposta de Deus existe o compromisso (equivalente ao nosso noivado), mas não há namoro antes do casamento. Namoro antes do casamento é uma invenção humana, não tem nada haver com a ideia divina. Ao encontrar a pessoa com quem pretende casar, faça isso: estude, trabalhe, junte dinheiro, planeje, procure saber como essa pessoa trata a família (e amigos, parentes, vizinhos) etc. Uma quantidade gigante de problemas seria evitada se adotássemos o padrão bíblico, mas hoje o padrão bíblico ficou obsoleto. As pessoas querem estar antenadas com a modernidade. A geração pipoca de micro-ondas não aprendeu a ser cristã, aprendeu a ser evangélica. Mas os princípios eternos de Deus continuam sendo a melhor maneira de não se meter numa fria.

Um abraço a todos.

Marconi BS Costa