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sábado, 26 de outubro de 2013

A diferença entre religião e revelação



  
         Tem surgido no mundo inteiro um forte sentimento antirreligioso que se opõe veementemente a tudo que faz referência a uma divindade. O movimento neoateísta apesar de não ser verdadeiramente ateu, é anticristão e antirreligioso. Essa aversão à religião tem algumas razões com as quais eu compartilho, contudo, devo apontar que há uma gigantesca diferença entre religião e revelação. O termo revelação aqui pode ser trocado por outros como Evangelho, Jesus Cristo, graça, fé, amor, etc. Meu objetivo é deixar bem claro que religião e o verdadeiro Deus não tem relação nenhuma. Enquanto a religião é algo essencialmente humano, a revelação é algo inquestionavelmente divino. A incompatibilidade existente entre religião e ciência, não se observa entre fé e ciência, por exemplo. Revelação não é incompatível com ciência, mas é diametralmente oposto à religião.


Como a maioria das pessoas não sabem este conceito, elas acabam julgando e interpretando Deus pelo véu da religião. A religião transforma Deus em uma caricatura deformada e somente a revelação mostra de fato quem Ele é. Uma vez que ateus, incrédulos e antirreligiosos desconhecem totalmente esse conceito, eles cometem vários equívocos em suas afirmações e colocações. Se eles conhecessem a Cristo por meio da revelação e não pela religião, eles saberiam separar as duas coisas. Essa colossal aversão à religião não tem relação com a revelação. As pessoas que odeiam a religião estão odiando algo totalmente humano e não divino.
         Abaixo enumero algumas diferenças essenciais entre religião e revelação:

          Religião - aprisiona e escraviza, cega e deturpa, explora e manipula, deforma e desfigura, corrompe, perverte, condena, engana, ilude, divide e separa, enfraquece, diminui, etc.

          Revelação - liberta e emancipa, esclarece e ilumina, promove e abençoa, informa e instrui, constrói, edifica, cura, alivia, renova, nutre e alimenta, restaura, pacifica, une e agrega, fortalece, estrutura, consolida, acrescenta, etc.


         A suprema revelação de Deus se encontra em Jesus Cristo e não nas religiões que derivaram de crenças n’Ele (Hb 1.1-3; Jo 14.8-11). Uma vez que as religiões cometem vários equívocos com as pessoas, as vítimas acham que Deus é o culpado. Elas não sabem separar Deus da religião. Enxergar Deus pelo véu da religião, turva Sua natureza e O transforma em uma caricatura bastante desagradável.
         Veja o que a Bíblia ensina sobre a revelação de Deus em alguns versículos: Is 46.9,10; Am 3.7; Mt 10.26; 11.27; 16.17; Jo 1.18; I Co 2.10; Gl 1.11,12,15-17; 2.1,2; Ef 1.17; 3.3; Ap 1.1. Quem deseja conhecer Deus deve olhar pra Jesus e não para as religiões que professam o Seu nome. Essa percepção e sensibilidade quase ninguém tem, mas ela pode evitar que você culpe Deus por coisas que Ele não é responsável. As mazelas humanas produzidas pela religião não podem ser interpretadas como ações divinas. Um exemplo triste disso foi a inquisição católica. A inquisição católica é uma prova clara que Deus não tem nenhuma associação com essas instituições religiosas, mas pode ter com pessoas que fazem parte delas. Na religião prevalecem as vontades e decisões humanas, na revelação prevalece a vontade divina. Perceba que na época em que Cristo esteve entre nós, os maiores perseguidores que Ele teve eram religiosos (Mt 12.22-32; 19.3-12; 21.33-46; Lc 20.20-26; Mt 22.41-46; Mc 14.53-65; 15.10; Mt 27.39-43; 28.11-15; Lc 11.53,54; 13.10-17; Jo 5.8-18; 7.31-52; 9.1-34; 11.45-57; 12.9-19; 12.37-43). Portanto, entenda que religião se opõe à revelação por esta não ser conveniente aos interesses daquela. A religião não suporta a verdade, não suporta a ciência, não suporta a revelação, não suporta a transparência, não suporta a razão, a investigação, a análise, a pesquisa, etc. Isso porque a religião caminha segundo os interesses pessoais de alguns e não segundo os critérios do Evangelho de Jesus Cristo. É por isso que há tantas religiões, há um número tão grande de religiões quanto tão grande é o interesse particular e pessoal de cada pessoa. As pessoas querem uma religião que agrade aos seus interesses pessoais e não segundo a verdade do Evangelho.
         Logo, antes de você julgar a verdadeira fé, o verdadeiro Deus, o verdadeiro Evangelho, a verdadeira revelação e o verdadeiro Senhor Jesus Cristo, saiba distingui-los e separá-los daquelas religiões que dizem que O representam. Há uma imensa diferença entre dizer que representa a Deus e de fato representá-Lo. Posso afirmar com pequena margem de erro que não há nenhuma instituição na Terra que transmita a verdadeira natureza de Deus. Você pode encontrar pessoas que refletem o caráter do Altíssimo, mas não instituições. Isso porque o compromisso das instituições não é com os princípios do Evangelho, mas com os princípios administrativos do sucesso e do brilhantismo. Nestas instituições, o proselitismo prevalece sobre o verdadeiro evangelismo e o nome e esplendor da instituição são colocados acima de qualquer coisa. É por isso que se observa tanta tolice sendo feita e praticada em nome de Deus.
         Peço encarecidamente aos leitores e em particular aos ateus, neoateus, antirreligiosos e incrédulos, que antes de julgar Deus procurem conhecê-Lo pessoalmente sem o véu da religião. A religião irá transforma você em uma pessoa pior, mas a revelação (Jesus Cristo) irá transformar você em uma pessoa melhor. Essa percepção falta a muita gente. Acredito que haja uma parte dos ateus, neoateus, antirreligiosos e incrédulos que é sincera e que se desiludiu com a religião. É especialmente a estes a quem me dirijo e afirmo: não tenho nenhuma simpatia com a religião e nenhum interesse em me associar com uma. Porém, tenho grande simpatia com Deus, Evangelho, Jesus Cristo, amor, caráter, revelação, fé, etc. É isso que desejo estimular para que busquem.
         Busquem a Deus, busquem a Cristo, busquem o amor, busquem a fé genuína e pura, tenham caráter honesto, santidade, verdade, justiça, e sobre tudo isso, busquem a vontade de Deus. Quando você o conhecê-Lo pessoalmente irá descobrir que nenhuma religião do mundo pode se comparar ao que Ele de fato é. Há uma grande diferença entre conhecer a Deus e conhecer o que algumas instituições ensinam sobre Ele. Busque a Deus de todo o coração e Ele se deixará achar, ou seja, Ele se revelará a você (Jo 14.21). Neste momento, você descobrirá que não existe nenhuma incompatibilidade entre Deus e ciência, entre fé e ciência, etc. Essa descoberta pode mudar muita coisa em sua vida.

Um abraço a todos.

Marconi BS Costa

Ocupação não é necessariamente produção!





É possível ser uma pessoa produtiva e não ser tão ocupada, ao mesmo tempo, é possível ser uma pessoa muito ocupada e pouco produtiva. Ocupação excessiva não significa necessariamente produção, e produção não significa necessariamente ocupação em demasia. Pode parecer contraditório, mas há farta base bíblica que sustenta essa verdade. Os mais religiosos rejeitarão essa ideia rapidamente, mas o paciente verá que estou certo!
         A relação entre ocupação e produtividade pode ser vista nas Palavras de Cristo: “E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos.” (Mt 6.7). Ou seja, é possível falar muito e orar pouco, ao mesmo tempo, é possível falar pouco e orar muito. Quem pensa que orar é o mesmo que tagarelar está equivocado. A oração pode envolver palavras, mas as palavras por si só podem passar longe da oração! Alguns pensam que orar é o mesmo que encher linguiça diante de Deus, como se Ele não conhecesse nossas necessidades antes da oração. O mesmo princípio se aplica à pregação e ministração da Palavra de Deus. Já ouviu mensagens onde o pregador fala muito e não diz quase nada? Em outros casos, já ouviu ministros falarem pouco e dizerem muito?
Não é o volume de tarefas que você desempenha e nem o volume de palavras que você pronuncia o importante, mas a qualidade delas e a capacidade de produção. É possível dizer apenas uma palavra e com apenas um gesto mudar a vida de uma pessoa pra sempre, mas também é possível falar zilhões de palavras e não mudar a vida de ninguém. É possível fazer ‘pouco’ e realizar muito, mas também é possível fazer muito e realizar pouco. Veja por exemplo, o caso de Pedro em At 2.14-41. Com apenas uma mensagem, quase 3 mil pessoas se converteram. Este é um resultado extraordinário quando comparado com as poucas palavras de Pedro. O diferencial nesta ocasião foi a unção do Espírito Santo. Um homem falando inspirado por Deus atinge as necessidades fundamentais dos seus ouvintes, já aqueles que falam por si mesmos não alimentam nada.
         A confusão entre ocupação e produtividade pode ser vista no exemplo de Marte e Maria (Lc 10.38-42). Marta era uma pessoa muito atarefada e ocupada, Maria era uma pessoa produtiva. Marta se preocupava com fazer, Maria se preocupava com o ser. E o mais curioso é que Marta provavelmente estava preparando tudo para Jesus, seu serviço estava direcionado a Cristo. Porém naquele momento Jesus não queria trabalho, Ele buscava comunhão e instrução. Maria era produtiva e Marta era ocupada. Produção está associada a conteúdo, ocupação está associada com repetição. No Reino de Deus este conceito é muito apropriado.
         Agora veja o que diz Eclesiastes 10.10: “Se o ferro está embotado, e não se lhe afia o corte, é preciso redobrar a força; mas a sabedoria resolve com bom êxito”. Ora, é melhor passar um mês afiando o machado e cortar a árvore em um dia, do que afiar o machado por um dia e levar meses para cortar uma árvore. O produtivo se concentraria primeiro em afiar o machado, o atarefado iria logo cortar a árvore mesmo com o ferro embotado! Essa sutil diferença caracteriza muito bem dois tipos de pessoas e a utilidade deste conceito não se resume ao Reino de Deus, mas aplica-se também à família, ao trabalho, aos estudos, etc.
         O maior exemplo de todos é o Senhor Jesus Cristo. O que Ele fez em 3 anos, marcou a humanidade por toda eternidade. E olha que Ele foi um simples carpinteiro de um povo que em sua época era dominado por Roma e não tinha nenhuma expressão no cenário internacional! Ele é indubitavelmente a Pessoa mais produtiva de todos os tempos! Investiu 30 anos na preparação e com apenas 3 anos de atuação, fez o que ninguém jamais fará. Glórias ao Seu nome para sempre!

Um abraço a todos!

Marconi BS Costa

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Ogivas Nucleares de Deus




Periodicamente, Deus lança sobre a Terra algumas ogivas nucleares visando destruir as obras do diabo e ao mesmo tempo despertar Sua igreja (At 10.38; I Jo 3.8). Nestas ocasiões acontecem coisas extremamente fora do esperado. Eventos como esses pegam todos de surpresa e o que se experimenta nesses períodos dificilmente se repete. Alguns chamam esses episódios de avivamento, um termo apropriado que transmite parte da natureza e das características dessas ocasiões. Há abundante base bíblica que corrobora estes fatos e confirmam as características que os tornam inconfundíveis. Veja por exemplo: Is 44.3; Ez 39.29; Jl 2.28,29; Lc 24.49; Jo 7.38,39; At caps. 1-12; Tt 3.5,6.

 Explosão de uma bomba nuclear!

Diversas características evidenciam a ocorrência de avivamentos. Abaixo segue uma pequena lista daquelas que considero mais marcantes:

  •      Profundo revigoramento espiritual: os motivos que levam as pessoas a estarem na igreja atualmente dificilmente estão relacionados com a nobreza da natureza de Deus. Em sua maioria, as pessoas estão buscando algo através da igreja que não conseguiram empregando outros métodos e caminhos. Porém, durante um genuíno avivamento, Deus não se torna um acessório, mas o centro de tudo. As pessoas O buscam não pelo que Ele oferece, mas pelo que Ele é. Durante um avivamento puro, as pessoas desenvolvem uma fome insaciável por Deus e por Sua Palavra e as demais coisas nem prestam atenção. Hoje quase não presenciamos mais alguém que queira a Deus acima de qualquer outra coisa.

  •  Ocorrem periodicamente e por um tempo determinado: apesar de não ter feito uma pesquisa exaustiva e rigorosamente detalhada, percebo uma periodicidade na frequência dos avivamentos. Algo similar a estações que ocorrem com objetivos e propósitos bem determinados. Essa é a parte ‘triste’: eles duram períodos definidos e obedecem a estações precisas. Quem dera viver décadas e décadas seguidas de avivamento! Como não sou historiador dos avivamentos, não sei calcular a periodicidade. Porém, se todos os avivamentos que a igreja experimentou forem mapeados no tempo e no espaço, provavelmente haverá um padrão e talvez seja possível prevê quando e onde ocorrerá o próximo. Eis um belo trabalho a ser realizado.

  • São precedidos por anos de oração, quebrantamento e arrependimento: pelo que muitos relatos apresentam, os grandes avivamentos foram precedidos por vidas inteiras dedicadas à oração e intercessão. O reconhecimento de nossa própria miséria, a confissão de pecados e uma forte consciência de dependência de Deus, nos colocam numa posição de grande humilhação diante do Senhor. Assim quebrantados, a possibilidade de orar intensamente clamando a Deus por Sua visitação é grande. O orgulho, a vaidade, o dinheiro, as riquezas, etc. preenchem o coração de muita gente que se afastam de Deus sem perceber. Quando caem em si, percebem a vida miserável que estão vivendo e correm para os pés do Senhor. Isso coincide muito bem com a Palavra que diz:se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”. (II Cr 7.14) Veja a sequência que esse versículo apresenta e note como se assemelha a inúmeros relatos que precederam avivamentos.

  • Normalmente, são marcados por grandes evangelistas: em muitos casos, grandes avivamentos mundiais tiveram personagens centrais. Em geral, evangelistas que operavam na cura e no ministério da Palavra. Muitos nomes podem ser citados: George Whitefield, Charles Finney, Smith Wigglesworth, William Seymour, Charles Parham, Kathryn Kuhlman, William Branham, Oral Roberts, etc. Estes irmãos foram usados por Deus de maneira poderosa e sobrenatural em tempos de grande visitação do Senhor. Hoje em dia há alguns nomes (inclusive no Brasil) que evidenciam certa chama do avivamento. Provavelmente, chegou a vez da América Latina entrar para o cenário mundial dos avivamentos!

  •  As pessoas que se convertem durante um avivamento dificilmente se desviam: essa é a característica com a qual eu mais simpatizo. Durante anos de Evangelho, tenho presenciado muita gente vir a Cristo com uma velocidade impressionante, mas na mesma medida se distanciam d’Ele. Para essas pessoas, a igreja é apenas uma UTI na qual após saírem do estado de emergência abandonam a fé que tanto as ajudou. Por outro lado, pessoas que se convertem durante um período de avivamento raramente abandonam a Cristo ou a igreja por qualquer motivo que seja. Passam décadas a fio sendo fiéis ao Senhor, independente das modas passageiras que a igreja viva. Estas pessoas não vivem em função de ídolos, de movimentos, de shows, de método e estratégias. Em geral, elas vivem em função de uma Palavra que alimente profundamente seus espíritos e que se recusam a ouvir enchimento de linguiça. Hoje em dia você encontrará pouquíssimos com esse perfil.

  •  Muitas vezes ocorrem de maneira específica: este é um aspecto pouco comentado. Boa parte dos registros dos avivamentos deixa claro que eles não são tão homogêneos assim. Embora pareça contraditório, é possível constatar que alguns avivamentos ocorrem em áreas específicas. Por exemplo: avivamentos de cura, avivamento interno vivenciado pela igreja e pelo seu retorno aos princípios da Palavra, avivamento de conversões onde muitos pecadores se convertem confessando seus pecados, avivamento de ensino da Palavra (com forte foco na doutrina), etc. A Voz da Cura é um exemplo de avivamento específico de curas, sinais, milagres, prodígios e maravilhas. Ocorreu entre as décadas de 40 e 50, e teve duas figuras como líderes principais: William Branham e Oral Roberts. Já o avivamento da rua Azusa pode ser enquadrado naquele tipo que ocorre despertando a igreja para a obra missionária e evangelística. Atualmente o Brasil está vivendo um avivamento de cura no qual apenas um ministro tem se destacado. E o mais curioso é que esse avivamento vem durando alguns anos e não dá nenhum sinal de que irá parar. É algo muito fora do comum!

  • Durante um avivamento, a oração e adoração são muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito intensos: esse é o típico avivamento que atinge a igreja. Nele, a oração, adoração, intercessão, confissão de pecados, etc. são todos muuuuuuuuuuuuuito intensos. O que se observa hoje é algo bastante rotineiro, muitas vezes mecânico e repetitivo. Quando o cenário da mesmice se estabelece, provavelmente a morte espiritual está a caminho. No Reino de Deus não há mesmices e o maná envelhecido não serve pra alimento. Há vinho e azeite novos à disposição da igreja todos os dias! Basta ela priorizar a soberania do Espírito Santo. Lamentavelmente muitas decisões ministeriais e eclesiásticas são tomadas segundo a conveniência humana e não segundo a inspiração divina. Ser ministro do Evangelho hoje virou algo natural e estão substituindo a essência do chamado (onde prevalece a soberania divina) pela troca de favores e acordos humanos. Simplesmente lamentável! É nesse momento que a inspiração some e o que sobra são métodos vazios que não suprem a necessidade espiritual de ninguém e deixam o povo faminto. Desnutrição espiritual e falta de familiaridade com o poder de Deus tem sido frequentes na igreja. Isso por que os dons estão sendo desprezados em função de ativismos políticos no seio da igreja. Seja sincero: fazendo uma avaliação imparcial, em que lugar você tem contemplado o agir do Espírito Santo?

  •  Quem nasceu no fogo não se acostuma com fumaça! Essa é uma parte delicada dos avivamentos. Em geral, quem se converte num período assim dificilmente se satisfaz com algo inferior e acaba ficando um pouco mais exigente, o que leva os ministros a se esforçarem mais para ter um melhor desempenho. Isso é uma via de mão dupla. Por um lado, o saldo é positivo por forçar pregadores a serem mais responsáveis com seus ouvintes. Por outro, as pessoas podem exagerar nas exigências e tornarem-se críticas demais, perdendo a essência da simplicidade e humildade. O fato é que avivamento traz muito resultado, qualitativo e quantitativo. Gerenciar os resultados gerados não é tarefa trivial e novamente exige-se inspiração do Espírito para fazê-lo com eficiência.

  •  Atingem um público específico: isso é muito interessante. Em muitos avivamentos, o público alcançado parece ter sido predestinado àquele evento. Um povo, um país, uma cidade, um bairro, um estado, etc. Muitos avivamentos parecem ter sido direcionados para uma data, local e pessoas previamente escolhidas. Como resultado dessa escolha, muitos frutos são colhidos, em particular, muitos missionários e evangelistas vão pelo mundo levando a Palavra que receberam no avivamento e muitas igrejas e ministérios são estabelecidos. Caso não tivessem experimentado esse poder no avivamento, dificilmente teriam se tornados grandes homens e mulheres de Deus.


As características mencionadas acima são gerais e pode ser que eu tenha esquecido algumas. Sugiro que o leitor consulte material sobre o tema e verá que avivamento é um dos mais importantes acontecimentos que ocorrem no seio da igreja. É uma espécie de reabastecimento que proporciona enormes benefícios para a igreja. Alguns eventos naturais exemplificam de modo aproximado o que ocorre durante um avivamento. Palavras como terremoto, maremoto, avalanche, vendaval, tempestade, big bang, etc. dão uma ideia moderada do que ocorre no Reino de Espírito. É como se Deus lançasse meteoros no império das trevas e devastasse as obras do diabo. Particularmente, vivo na expectativa de um grande avivamento que ocorrerá a qualquer momento!

Um abraço a todos.

Marconi BS Costa