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sábado, 31 de agosto de 2013

Julgar comportamentos e práticas não é condenar pessoas!






Do mesmo modo que podemos julgar as profecias sem acusar os profetas (I Co 14.29; 10.15; I Jo 4.1), temos a liberdade de julgar atitudes e decisões (Jo 7.24; I Co 6.2-5; I Ts 5.21; Ef 5.11), sem julgar pessoas (Mt 7.1,2; Rm 14.13; Jo 8.15; 12.48; At 17.30,31; Rm 2.16; I Co 4.1-5).
Deus não julga situações, Deus julga pessoas. Nós não julgamos pessoas, nós julgamos situações, profecias, comportamentos, práticas, doutrinas, ensinamentos, inspirações, etc.
Portanto, a igreja pode julgar o pecado, não o pecador. Podemos julgar e condenar o adultério, o roubo, a mentira, a exploração, a manipulação, a pedofilia, a arrogância... mas não podemos julgar QUEM pratica tais coisas.
Sendo assim, é uma tolice enorme confundir críticas tolas e vazias com o reto juízo (Jo 7.24). A reta justiça está sendo DESONESTAMENTE & ESTRATEGICAMENTE confundida, distorcida e apelidada de crítica.
     Não seja leviano! Se você fez coisas erradas e as pessoas descobriram e estão condenando não você, mas o seu comportamento, então assuma seus erros e reconheça seus equívocos. A melhor maneira de não ser alvo de juízo é sendo honesto, transparente, justo e santo!
     Um exemplo claro desse comportamento são pessoas que cometem adultério. Elas se comportam como porcos e ainda se recusam a serem disciplinadas. Parece piada! Outros cometem diferentes tipos de pecados e quando estes se tornam públicos, eles tentam redirecionar a atenção para o erro de outras pessoas.
     Julgar comportamentos utilizando a Palavra de Deus como parâmetro não tem nenhuma relação com criticar pessoas. Lamentavelmente há muita gente interessada em interpretar a reta justiça como crítica e vice-versa. NÃO CAIA NESSA ARMADILHA!

Marconi BS Costa

Pregar e criticar: nada a ver!





Pregar contra a corrupção não significa criticar os corruptos (Mq 3.8), pregar contra o adultério não significa criticar os adúlteros (Pv 6.32), pregar contra a pedofilia não significa criticar os pedófilos (Mt 18.1-6), pregar contra a prática homossexual não significa criticar os homossexuais (Rm 1.26-32; I Co 6.9-11; I Tm 1.9,10), pregar contra a manipulação e exploração não significa criticar os manipuladores e exploradores (II Co 2.17), pregar contra a vaidade e a soberba não significa criticar os vaidosos e soberbos (Pv 11.2; 16.18; 29.23), pregar contra a fornicação não significa criticar os fornicadores (I Ts 4.3-5).
       Por isso, antes de me classificar como crítico, analise o que eu estou pregando E NÃO CONFUNDA O CONTEÚDO DA MINHA PREGAÇÃO COM QUEM ESTÁ SENDO ATINGIDO POR ELA!  Se eu prego contra a corrupção, os corruptos vão se sentir ofendidos; se prego contra a manipulação e exploração, os manipuladores e exploradores vão ficar ofendidos; se prego contra a burrice, os tolos vão ficar chateados......
Logo, quem é atingido pela Palavra da Verdade (o Evangelho de Cristo), irá classificar como críticos os pregadores, numa tentativa leviana de desmerecer o conteúdo da pregação. QUEM se sente ofendido ao ouvir a verdade, a chama de crítica, quem se sente alimentado por ela, a chama de salvação!
       Portanto, ilustríssimo leitor, antes de me classificar como alguém que gosta de criticar pessoas, avalie cuidadosamente a essência de minha pregação e perceba a colossal diferença que existe entre condenar o pecado e criticar o pecador. O grande problema das pessoas é a incapacidade de perceber que a Palavra de Deus não veio para agradar os nossos ouvidos, mas para corrigir o nosso caráter (II Tm 4.3).
       Se falar a verdade é a mesma coisa que criticar, então veja como o apóstolo da fé encerra essa questão em Gl 4.16:
"Tornei-me, porventura, vosso inimigo, por vos dizer a verdade?"

Marconi BS Costa

O preço da mediocridade




No programa Vitória em Cristo do dia 17/08/2013, o pastor Silas Malafaia faz um importante alerta à igreja: há vários projetos de lei no Congresso Nacional que visam destruir os princípios éticos e morais da sociedade.

           A igreja está colhendo os frutos de sua própria mediocridade. Durante décadas, a igreja evangélica brasileira classificou a política e a mídia como 'coisas do diabo'. Como resultado, o diabo aceitou o que a igreja entregou nas mãos dele de bandeja, e hoje, estamos sendo atacados ferozmente pelo inimigo.
             Precisamos de homens de Deus em todas as esferas da sociedade! Lamentavelmente, a igreja evangélica brasileira sempre alimentou em seus membros um sentimento de miséria, fracasso e mediocridade, associando incapacidade e lerdeza com virtudes extraordinárias como a humildade.
            Assim como Deus tirou Israel do Egito e não conseguiu tirar o Egito de Israel, nos dias atuais Ele não quer apenas tirar a igreja do mundo, mas também quer remover o mundo da igreja. Boa parte da responsabilidade por essa tragédia recai sobre a liderança da igreja evangélica, pois foram eles que durante décadas ensinaram o povo a ser "humilde" e desestimularam a igreja a se qualificar. Colocaram na cabeça do povo que ser um conquistador e desbravador é o mesmo que ser orgulhoso e arrogante. As pessoas acham que ser ousado, determinado, corajoso e destemido, é o mesmo que ser soberbo e vaidoso.
            Se tivéssemos recebido uma herança espiritual mais qualificada como a de Josué e Calebe, encararíamos os gigantes de frente. Graças a Deus há homens hoje que não se submetem ao espírito de miséria e mediocridade que deseja manter a igreja numa posição social inferiorizada. Graças a Deus há homens hoje que sabem que não há nenhuma associação entre mediocridade e humildade.
            Já passou da hora de contemplarmos e presenciarmos o Evangelho conquistar novos territórios para o Senhor Jesus. Territórios que jamais imaginávamos que seriam alcançados. Está chegando o dia que Deus vai levantar homens que serão presidentes, senadores, desembargadores, megaempresários, que não se renderão ao príncipe deste mundo e que se posicionarão em favor de Cristo.
            Os dias da miséria e da mediocridade na igreja estão chegando ao fim. Uma nova geração se levantará e não terá medo de enfrentar face à face os desafios que a igreja sempre fugiu covardemente. A igreja sempre fugiu da mídia, da política, das ciências, das mentes mais brilhantes, etc. Porém, nos dias atuais, surge um remanescente que se ergue para mostrar que Deus é Deus de todos: ricos e pobres, fracos e fortes, altos e baixos, tolos e sábios, reis e súditos, humildes e arrogantes, etc. Deus é Deus sobre tudo e sobre todos.

Marconi BS Costa

domingo, 11 de agosto de 2013

O dogmatismo científico e as tolices das academias mundiais


        
       Pode parecer inacreditável, mas é exatamente isso que está acontecendo nas maiores e melhores academias científicas mundiais: o dogmatismo científico. O ambiente acadêmico de pesquisa e ensino é o lugar perfeito para o questionamento. Averiguar, investigar, analisar, ponderar, etc. são atividades corriqueiras e habituais quando se pensa na pesquisa acadêmica. Contudo, um fenômeno relativamente novo emergiu e está assombrando as mentes jovens e brilhantes: o dogmatismo científico. Acredite se quiser, mas há pessoas que estão perdendo seu emprego simplesmente por questionarem alguns “dinossauros” da ciência. Para ser mais claro, o documentário abaixo dirá tudo o que quero dizer. Recomendo assistir o vídeo dezenas de vezes tendo em vista a grande quantidade de informações e verdades preciosas abordadas. Quem dera informações dessa natureza fossem amplamente divulgadas na mídia!






Um abraço a todos.

Marconi BS Costa

sábado, 3 de agosto de 2013

Humildade não é mediocridade!



       E vice-versa!

É lamentável, mas infelizmente tem muita gente confundindo humildade com mediocridade. Em nenhum lugar da Bíblia há qualquer relação entre medíocres e humildes, só na mente dos desavisados. Por alguma razão, as pessoas confundem humildade com pobreza, falta de talento e de capacidade, fraqueza, burrice, covardia, dependência, lerdeza, demência, fracasso, incompetência, lentidão, etc. Um conceito TOTALMENTE equivocado!
       Pela Palavra de Deus, a humildade está associada à sabedoria, honra, produtividade, competência, favor, graça, vida, crescimento, avanço, sucesso, salvação, conquistas, etc. Veja os seguintes versículos: Pv 11.2; 15.33; 18.12; 22.4; 29.23; I Pe 5.5; II Sm 22.25-28; Sl 149.4; I Co 1.26-31.
       Intencionalmente, algumas pessoas querem propor que o corajoso, o determinado, o competente, o conquistador e desbravador é arrogante, soberbo e vaidoso, criando uma relação desonesta entre capacidade de conquista e presunção. Nesta visão, homens como Josué, Calebe, Davi, Paulo, José seriam facilmente classificados como prepotentes. A confiança que Josué e Calebe esbanjaram seria imediatamente encarada como soberba (Nm 13.30; 14.6-9,24,30; Js 14.6-12).
Não se deixe enganar por esse tipo de argumento. É a vontade de Deus que Sua igreja cresça e apareça (Dt 28.12,13; Pv 4.18; Mt 5.14-16; Fl 2.14,15; I Pe 2.11,12)! A igreja deve influenciar o mundo sem ser influenciada por ele (Tg 4.4)! A igreja deve conquistar sempre novos territórios ampliando incansavelmente o Reino de Deus na Terra. TODA VEZ QUE A IGREJA DEIXA DE AVANÇAR, O DIABO GANHA TERRENO!
Historicamente, o Evangelho no Brasil sempre esteve associado a um povo sem cultura, sem instrução, sem influência, incapaz de enfrentar grandes desafios, miseráveis, frouxos, lerdos, xexeiros, etc. Jamais se imaginava vermos na igreja homens de Deus que fossem grandes empresários, desembargadores, médicos, prefeitos, engenheiros, juízes, senadores, doutores, diplomatas, cientistas, filósofos... E HOJE VEMOS TUDO ISSO. Este cenário está crescendo cada vez mais na igreja evangélica brasileira, mas MUUUUUUUUITO lentamente. Esse processo poderia ser muito mais veloz e acelerado se não fosse a enorme resistência mental e intelectual presente em muitos irmãos, inclusive em muitos líderes e ministros.


A identidade de miséria, avareza e mesquinharia ainda persiste em ambientes que deveriam promover o avanço do Reino de Deus (Lc 17.21; Rm 14.17), e dessa maneira a igreja não recebe os estímulos corretos. Isso me faz lembrar dos hebreus quando estavam no Egito (Êx 1.1-14; 2.23-25). Deus tirou Israel do Egito com certa facilidade, mas não conseguiu tirar o Egito de Israel (Nm 11.1-6; 13.31-33; 14.1-5,26-35). Entranhado nos hebreus estava a identidade da miséria, escravidão, idolatria, autocomiseração, derrota, fracasso, incredulidade, mediocridade, etc. Por isso que persistentemente eles se recusavam a desenvolver sua fé e confiar em Deus. Por diversas vezes eles presenciaram milagres extraordinários, mas insistiam em sua própria natureza mesquinha (Nm 14.22,23).
Infelizmente, o medo e a covardia estão motivando na igreja um sentimento que inverte os valores e as faz pensar que simplicidade e humildade é o mesmo que demência, lerdeza e tolice. Simplicidade e humildade não tem nenhuma relação com improdutividade, incompetência, ineficácia e ausência de conquistas. Simplicidade e humildade protegem você da soberba, arrogância, orgulho, vaidade e te faz reconhecer o seu lugar (Mt 11.25). Te deixa sempre disposto a aprender e te faz honrar as pessoas independente de suas posses (Fl 2.3). Observe que não tem nenhuma relação com ser medíocre. Jesus foi simples e humilde (Mt 11.29), e se tornou o Rei dos reis (Fl 2.5-11). Davi foi simples e humilde, e se tornou o maior rei que Israel teve. Salomão foi simples e humilde, e se tornou o homem mais sábio do planeta (inferior apenas a Jesus). Paulo foi simples e humilde, e se tornou o maior apóstolo de todos os tempos (sendo inferior apenas a Cristo). Abraão foi simples e humilde, e se tornou o pai da fé (uma das maiores honras registradas na Bíblia). José foi simples e humilde, e se tornou o vice-presidente da maior nação do planeta em sua época. Daniel foi simples e humilde, e se tornou o mais destacado assessor do rei. OS EXEMPLOS NÃO CABEM AQUI!!!
Portanto, caro leitor, se você é realmente simples e humilde, mas sua vida não produz nada de relevante para Deus, eu duvido seriamente dessa humildade e simplicidade. É muito mais provável que você esteja confundindo mediocridade e mesquinharia com humildade. ACORDE!!!

        Um forte abraço a todos e que Deus salve a igreja do sentimento de miséria!


Marconi BS Costa