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domingo, 1 de dezembro de 2013

Desonestidade intelectual das academias científicas mundiais e da mídia













     Já me deparei com situações onde fatos e informações foram convenientemente manipulados segundo critérios humanos subjetivos e de interesses particulares. Apesar de uma experiência nada agradável, hoje lido com certa facilidade com eventos dessa natureza. Porém, impacto consideravelmente maior eu tive quando me deparei com a desonestidade intelectual e manipulação de informações na comunidade científica. Ingenuamente, eu acreditava que o compromisso de todo pesquisador e cientista era com a verdade. O ódio à religião nutrido pela ciência era para mim um forte indício de que jamais a comunidade científica mundial iria manipular informações ou ser desonesta intelectualmente. Exatamente por isso fiquei extremamente chocado quando descobri que as academias fazem isso com frequência.







     Se você desafiar alguns dinossauros da ciência e conseguir provar que vários deles estão errados, provavelmente você será esfolado vivo. Muitos cientistas e pesquisadores vão difamar você e irão ridicularizá-lo. Se for necessário, atacarão até sua honra. Falsamente, transmite-se a ideia de que quem acredita na Bíblia ou na teoria do design inteligente, comete suicídio intelectual. Este é um exemplo claro de manipulação e desonestidade. A ciência está repleta de exemplos que exige muita fé para acreditar, contudo, os pesquisadores dão a entender que eles possuem explicação exemplar e irrefutável pra tudo. Um exemplo do campo onde frequentemente se comete manipulação científica e desonestidade intelectual diz respeito à origem da vida. A vaidade, orgulho, arrogância, soberba e vangloria dos cientistas, os impedem de admitir sua própria ignorância diante do universo. A humanidade está longe de oferecer uma explicação definitiva para a origem da vida e do universo, e apesar disso, vendem uma ideia de que eles sabem exatamente como tudo aconteceu. Por não conhecer alguns detalhes, as pessoas acabam enganadas.






     Apenas para ilustrar a tamanha falta de capacidade da humanidade em reconhecer sua própria ignorância, segue aqui postado alguns vídeos que abordam o tema da origem da vida. Essa é apenas uma pequena amostra exemplificada em um ramo específico da ciência. O que acontece em relação ao tema da origem da vida, se dá em todos os demais campos de pesquisa. Aconselho o internauta a sempre questionar a ciência e nunca aceitar cegamente suas afirmações. Não incentivo a ignorância e nem incentivo o internauta a ignorar as contribuições da ciência para o bem-estar da humanidade. Não estimulo e nem encorajo ninguém a desenvolver qualquer tipo de sentimento repulsivo pela ciência, pelo contrário, estimulo a fazer o que os pesquisadores sempre fizeram: questionar. Questione a ciência, os pesquisadores, os cientistas, as descobertas, as afirmações, as teorias, etc. Não engula as informações como se elas fossem geradas e transmitidas honestamente.






     A ciência está repleta de pesquisadores cristãos que convivem tranquilamente com sua fé e pesquisa sem nenhum conflito. Veja os vídeos aqui postados e aprenda como a ciência comete equívocos em sua abordagem. Quando você descobre que diversas mentes brilhantes duvidam profundamente de várias bases “científicas”, você entende que estas pessoas não são idiotas como querem convencer. Cientistas ‘brilhantes’ consideram mais razoável e inteligente supor que a vida e o universo surgiram do nada por eventos aleatórios. Ou seja, espaço, tempo, matéria, energia e vida, surgiram do nada, para absolutamente nada. Esse ponto de vista é considerado por muitos como brilhante! Se você questiona isso, você é que é classificado como idiota. Note que suicídio intelectual comete quem abandona a essência da ciência: questionar! Se você questionar argumentos tolos da ciência, você é que é chamado de idiota. Portanto, caro internauta, QUESTIONE!!! Não é idiota quem questiona, idiota é quem por preconceito não quer admitir que a verdade científica aponta para uma ação inteligente no universo.






     Um abraço a todos!

Marconi BS Costa

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Harold Leroy Wright: O apóstolo da fé brasileiro




     É muito difícil dizer adeus a alguém querido que amamos e admiramos. Para quem já perdeu duas paternidades (natural e espiritual), ver um homem de Deus como o pastor Bud partir, é muito difícil. Quem entende a contribuição desse homem de Deus para o Brasil sabe que o nosso país teve uma grande perda, apesar do enorme ganho que ele deixou. Louvado seja Deus por sua vida pastor Harold Leroy ‘Bud’ Wright, e louvado seja Deus pelo fruto do seu trabalho. Muitas vidas serão inspiradas a servir ao Senhor pela sua vida.

http://verbodavida.org.br/budwright/momentos/?lang=po
Harold Leroy Wright


Frutos do ministério do Ap. Bud Wright:

- Igrejas: mais de 150 unidades espalhadas pelo Brasil e várias obras no exterior (Argentina, Canadá, Chile, Guatemala, etc.)

- Centro de Treinamento Bíblico Rhema Brasil: mais de 40 unidades no país e um em Angola

- Associação Ministerial: mais de 400 ministros associados

Associação Alumni Rhema Brasil: mais de 1500 associados


- Escolas de Treinamento Ministerial: Escola Rhema de Missões Mundiais e Escola de Ministros Rhema

- Uma Agência Missionária: Agência de Missões Verbo da Vida


    
Acesse abaixo os links disponibilizados pelo Verbo da Vida:


sábado, 26 de outubro de 2013

A diferença entre religião e revelação



  
         Tem surgido no mundo inteiro um forte sentimento antirreligioso que se opõe veementemente a tudo que faz referência a uma divindade. O movimento neoateísta apesar de não ser verdadeiramente ateu, é anticristão e antirreligioso. Essa aversão à religião tem algumas razões com as quais eu compartilho, contudo, devo apontar que há uma gigantesca diferença entre religião e revelação. O termo revelação aqui pode ser trocado por outros como Evangelho, Jesus Cristo, graça, fé, amor, etc. Meu objetivo é deixar bem claro que religião e o verdadeiro Deus não tem relação nenhuma. Enquanto a religião é algo essencialmente humano, a revelação é algo inquestionavelmente divino. A incompatibilidade existente entre religião e ciência, não se observa entre fé e ciência, por exemplo. Revelação não é incompatível com ciência, mas é diametralmente oposto à religião.


Como a maioria das pessoas não sabem este conceito, elas acabam julgando e interpretando Deus pelo véu da religião. A religião transforma Deus em uma caricatura deformada e somente a revelação mostra de fato quem Ele é. Uma vez que ateus, incrédulos e antirreligiosos desconhecem totalmente esse conceito, eles cometem vários equívocos em suas afirmações e colocações. Se eles conhecessem a Cristo por meio da revelação e não pela religião, eles saberiam separar as duas coisas. Essa colossal aversão à religião não tem relação com a revelação. As pessoas que odeiam a religião estão odiando algo totalmente humano e não divino.
         Abaixo enumero algumas diferenças essenciais entre religião e revelação:

          Religião - aprisiona e escraviza, cega e deturpa, explora e manipula, deforma e desfigura, corrompe, perverte, condena, engana, ilude, divide e separa, enfraquece, diminui, etc.

          Revelação - liberta e emancipa, esclarece e ilumina, promove e abençoa, informa e instrui, constrói, edifica, cura, alivia, renova, nutre e alimenta, restaura, pacifica, une e agrega, fortalece, estrutura, consolida, acrescenta, etc.


         A suprema revelação de Deus se encontra em Jesus Cristo e não nas religiões que derivaram de crenças n’Ele (Hb 1.1-3; Jo 14.8-11). Uma vez que as religiões cometem vários equívocos com as pessoas, as vítimas acham que Deus é o culpado. Elas não sabem separar Deus da religião. Enxergar Deus pelo véu da religião, turva Sua natureza e O transforma em uma caricatura bastante desagradável.
         Veja o que a Bíblia ensina sobre a revelação de Deus em alguns versículos: Is 46.9,10; Am 3.7; Mt 10.26; 11.27; 16.17; Jo 1.18; I Co 2.10; Gl 1.11,12,15-17; 2.1,2; Ef 1.17; 3.3; Ap 1.1. Quem deseja conhecer Deus deve olhar pra Jesus e não para as religiões que professam o Seu nome. Essa percepção e sensibilidade quase ninguém tem, mas ela pode evitar que você culpe Deus por coisas que Ele não é responsável. As mazelas humanas produzidas pela religião não podem ser interpretadas como ações divinas. Um exemplo triste disso foi a inquisição católica. A inquisição católica é uma prova clara que Deus não tem nenhuma associação com essas instituições religiosas, mas pode ter com pessoas que fazem parte delas. Na religião prevalecem as vontades e decisões humanas, na revelação prevalece a vontade divina. Perceba que na época em que Cristo esteve entre nós, os maiores perseguidores que Ele teve eram religiosos (Mt 12.22-32; 19.3-12; 21.33-46; Lc 20.20-26; Mt 22.41-46; Mc 14.53-65; 15.10; Mt 27.39-43; 28.11-15; Lc 11.53,54; 13.10-17; Jo 5.8-18; 7.31-52; 9.1-34; 11.45-57; 12.9-19; 12.37-43). Portanto, entenda que religião se opõe à revelação por esta não ser conveniente aos interesses daquela. A religião não suporta a verdade, não suporta a ciência, não suporta a revelação, não suporta a transparência, não suporta a razão, a investigação, a análise, a pesquisa, etc. Isso porque a religião caminha segundo os interesses pessoais de alguns e não segundo os critérios do Evangelho de Jesus Cristo. É por isso que há tantas religiões, há um número tão grande de religiões quanto tão grande é o interesse particular e pessoal de cada pessoa. As pessoas querem uma religião que agrade aos seus interesses pessoais e não segundo a verdade do Evangelho.
         Logo, antes de você julgar a verdadeira fé, o verdadeiro Deus, o verdadeiro Evangelho, a verdadeira revelação e o verdadeiro Senhor Jesus Cristo, saiba distingui-los e separá-los daquelas religiões que dizem que O representam. Há uma imensa diferença entre dizer que representa a Deus e de fato representá-Lo. Posso afirmar com pequena margem de erro que não há nenhuma instituição na Terra que transmita a verdadeira natureza de Deus. Você pode encontrar pessoas que refletem o caráter do Altíssimo, mas não instituições. Isso porque o compromisso das instituições não é com os princípios do Evangelho, mas com os princípios administrativos do sucesso e do brilhantismo. Nestas instituições, o proselitismo prevalece sobre o verdadeiro evangelismo e o nome e esplendor da instituição são colocados acima de qualquer coisa. É por isso que se observa tanta tolice sendo feita e praticada em nome de Deus.
         Peço encarecidamente aos leitores e em particular aos ateus, neoateus, antirreligiosos e incrédulos, que antes de julgar Deus procurem conhecê-Lo pessoalmente sem o véu da religião. A religião irá transforma você em uma pessoa pior, mas a revelação (Jesus Cristo) irá transformar você em uma pessoa melhor. Essa percepção falta a muita gente. Acredito que haja uma parte dos ateus, neoateus, antirreligiosos e incrédulos que é sincera e que se desiludiu com a religião. É especialmente a estes a quem me dirijo e afirmo: não tenho nenhuma simpatia com a religião e nenhum interesse em me associar com uma. Porém, tenho grande simpatia com Deus, Evangelho, Jesus Cristo, amor, caráter, revelação, fé, etc. É isso que desejo estimular para que busquem.
         Busquem a Deus, busquem a Cristo, busquem o amor, busquem a fé genuína e pura, tenham caráter honesto, santidade, verdade, justiça, e sobre tudo isso, busquem a vontade de Deus. Quando você o conhecê-Lo pessoalmente irá descobrir que nenhuma religião do mundo pode se comparar ao que Ele de fato é. Há uma grande diferença entre conhecer a Deus e conhecer o que algumas instituições ensinam sobre Ele. Busque a Deus de todo o coração e Ele se deixará achar, ou seja, Ele se revelará a você (Jo 14.21). Neste momento, você descobrirá que não existe nenhuma incompatibilidade entre Deus e ciência, entre fé e ciência, etc. Essa descoberta pode mudar muita coisa em sua vida.

Um abraço a todos.

Marconi BS Costa

Ocupação não é necessariamente produção!





É possível ser uma pessoa produtiva e não ser tão ocupada, ao mesmo tempo, é possível ser uma pessoa muito ocupada e pouco produtiva. Ocupação excessiva não significa necessariamente produção, e produção não significa necessariamente ocupação em demasia. Pode parecer contraditório, mas há farta base bíblica que sustenta essa verdade. Os mais religiosos rejeitarão essa ideia rapidamente, mas o paciente verá que estou certo!
         A relação entre ocupação e produtividade pode ser vista nas Palavras de Cristo: “E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos.” (Mt 6.7). Ou seja, é possível falar muito e orar pouco, ao mesmo tempo, é possível falar pouco e orar muito. Quem pensa que orar é o mesmo que tagarelar está equivocado. A oração pode envolver palavras, mas as palavras por si só podem passar longe da oração! Alguns pensam que orar é o mesmo que encher linguiça diante de Deus, como se Ele não conhecesse nossas necessidades antes da oração. O mesmo princípio se aplica à pregação e ministração da Palavra de Deus. Já ouviu mensagens onde o pregador fala muito e não diz quase nada? Em outros casos, já ouviu ministros falarem pouco e dizerem muito?
Não é o volume de tarefas que você desempenha e nem o volume de palavras que você pronuncia o importante, mas a qualidade delas e a capacidade de produção. É possível dizer apenas uma palavra e com apenas um gesto mudar a vida de uma pessoa pra sempre, mas também é possível falar zilhões de palavras e não mudar a vida de ninguém. É possível fazer ‘pouco’ e realizar muito, mas também é possível fazer muito e realizar pouco. Veja por exemplo, o caso de Pedro em At 2.14-41. Com apenas uma mensagem, quase 3 mil pessoas se converteram. Este é um resultado extraordinário quando comparado com as poucas palavras de Pedro. O diferencial nesta ocasião foi a unção do Espírito Santo. Um homem falando inspirado por Deus atinge as necessidades fundamentais dos seus ouvintes, já aqueles que falam por si mesmos não alimentam nada.
         A confusão entre ocupação e produtividade pode ser vista no exemplo de Marte e Maria (Lc 10.38-42). Marta era uma pessoa muito atarefada e ocupada, Maria era uma pessoa produtiva. Marta se preocupava com fazer, Maria se preocupava com o ser. E o mais curioso é que Marta provavelmente estava preparando tudo para Jesus, seu serviço estava direcionado a Cristo. Porém naquele momento Jesus não queria trabalho, Ele buscava comunhão e instrução. Maria era produtiva e Marta era ocupada. Produção está associada a conteúdo, ocupação está associada com repetição. No Reino de Deus este conceito é muito apropriado.
         Agora veja o que diz Eclesiastes 10.10: “Se o ferro está embotado, e não se lhe afia o corte, é preciso redobrar a força; mas a sabedoria resolve com bom êxito”. Ora, é melhor passar um mês afiando o machado e cortar a árvore em um dia, do que afiar o machado por um dia e levar meses para cortar uma árvore. O produtivo se concentraria primeiro em afiar o machado, o atarefado iria logo cortar a árvore mesmo com o ferro embotado! Essa sutil diferença caracteriza muito bem dois tipos de pessoas e a utilidade deste conceito não se resume ao Reino de Deus, mas aplica-se também à família, ao trabalho, aos estudos, etc.
         O maior exemplo de todos é o Senhor Jesus Cristo. O que Ele fez em 3 anos, marcou a humanidade por toda eternidade. E olha que Ele foi um simples carpinteiro de um povo que em sua época era dominado por Roma e não tinha nenhuma expressão no cenário internacional! Ele é indubitavelmente a Pessoa mais produtiva de todos os tempos! Investiu 30 anos na preparação e com apenas 3 anos de atuação, fez o que ninguém jamais fará. Glórias ao Seu nome para sempre!

Um abraço a todos!

Marconi BS Costa

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Ogivas Nucleares de Deus




Periodicamente, Deus lança sobre a Terra algumas ogivas nucleares visando destruir as obras do diabo e ao mesmo tempo despertar Sua igreja (At 10.38; I Jo 3.8). Nestas ocasiões acontecem coisas extremamente fora do esperado. Eventos como esses pegam todos de surpresa e o que se experimenta nesses períodos dificilmente se repete. Alguns chamam esses episódios de avivamento, um termo apropriado que transmite parte da natureza e das características dessas ocasiões. Há abundante base bíblica que corrobora estes fatos e confirmam as características que os tornam inconfundíveis. Veja por exemplo: Is 44.3; Ez 39.29; Jl 2.28,29; Lc 24.49; Jo 7.38,39; At caps. 1-12; Tt 3.5,6.

 Explosão de uma bomba nuclear!

Diversas características evidenciam a ocorrência de avivamentos. Abaixo segue uma pequena lista daquelas que considero mais marcantes:

  •      Profundo revigoramento espiritual: os motivos que levam as pessoas a estarem na igreja atualmente dificilmente estão relacionados com a nobreza da natureza de Deus. Em sua maioria, as pessoas estão buscando algo através da igreja que não conseguiram empregando outros métodos e caminhos. Porém, durante um genuíno avivamento, Deus não se torna um acessório, mas o centro de tudo. As pessoas O buscam não pelo que Ele oferece, mas pelo que Ele é. Durante um avivamento puro, as pessoas desenvolvem uma fome insaciável por Deus e por Sua Palavra e as demais coisas nem prestam atenção. Hoje quase não presenciamos mais alguém que queira a Deus acima de qualquer outra coisa.

  •  Ocorrem periodicamente e por um tempo determinado: apesar de não ter feito uma pesquisa exaustiva e rigorosamente detalhada, percebo uma periodicidade na frequência dos avivamentos. Algo similar a estações que ocorrem com objetivos e propósitos bem determinados. Essa é a parte ‘triste’: eles duram períodos definidos e obedecem a estações precisas. Quem dera viver décadas e décadas seguidas de avivamento! Como não sou historiador dos avivamentos, não sei calcular a periodicidade. Porém, se todos os avivamentos que a igreja experimentou forem mapeados no tempo e no espaço, provavelmente haverá um padrão e talvez seja possível prevê quando e onde ocorrerá o próximo. Eis um belo trabalho a ser realizado.

  • São precedidos por anos de oração, quebrantamento e arrependimento: pelo que muitos relatos apresentam, os grandes avivamentos foram precedidos por vidas inteiras dedicadas à oração e intercessão. O reconhecimento de nossa própria miséria, a confissão de pecados e uma forte consciência de dependência de Deus, nos colocam numa posição de grande humilhação diante do Senhor. Assim quebrantados, a possibilidade de orar intensamente clamando a Deus por Sua visitação é grande. O orgulho, a vaidade, o dinheiro, as riquezas, etc. preenchem o coração de muita gente que se afastam de Deus sem perceber. Quando caem em si, percebem a vida miserável que estão vivendo e correm para os pés do Senhor. Isso coincide muito bem com a Palavra que diz:se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”. (II Cr 7.14) Veja a sequência que esse versículo apresenta e note como se assemelha a inúmeros relatos que precederam avivamentos.

  • Normalmente, são marcados por grandes evangelistas: em muitos casos, grandes avivamentos mundiais tiveram personagens centrais. Em geral, evangelistas que operavam na cura e no ministério da Palavra. Muitos nomes podem ser citados: George Whitefield, Charles Finney, Smith Wigglesworth, William Seymour, Charles Parham, Kathryn Kuhlman, William Branham, Oral Roberts, etc. Estes irmãos foram usados por Deus de maneira poderosa e sobrenatural em tempos de grande visitação do Senhor. Hoje em dia há alguns nomes (inclusive no Brasil) que evidenciam certa chama do avivamento. Provavelmente, chegou a vez da América Latina entrar para o cenário mundial dos avivamentos!

  •  As pessoas que se convertem durante um avivamento dificilmente se desviam: essa é a característica com a qual eu mais simpatizo. Durante anos de Evangelho, tenho presenciado muita gente vir a Cristo com uma velocidade impressionante, mas na mesma medida se distanciam d’Ele. Para essas pessoas, a igreja é apenas uma UTI na qual após saírem do estado de emergência abandonam a fé que tanto as ajudou. Por outro lado, pessoas que se convertem durante um período de avivamento raramente abandonam a Cristo ou a igreja por qualquer motivo que seja. Passam décadas a fio sendo fiéis ao Senhor, independente das modas passageiras que a igreja viva. Estas pessoas não vivem em função de ídolos, de movimentos, de shows, de método e estratégias. Em geral, elas vivem em função de uma Palavra que alimente profundamente seus espíritos e que se recusam a ouvir enchimento de linguiça. Hoje em dia você encontrará pouquíssimos com esse perfil.

  •  Muitas vezes ocorrem de maneira específica: este é um aspecto pouco comentado. Boa parte dos registros dos avivamentos deixa claro que eles não são tão homogêneos assim. Embora pareça contraditório, é possível constatar que alguns avivamentos ocorrem em áreas específicas. Por exemplo: avivamentos de cura, avivamento interno vivenciado pela igreja e pelo seu retorno aos princípios da Palavra, avivamento de conversões onde muitos pecadores se convertem confessando seus pecados, avivamento de ensino da Palavra (com forte foco na doutrina), etc. A Voz da Cura é um exemplo de avivamento específico de curas, sinais, milagres, prodígios e maravilhas. Ocorreu entre as décadas de 40 e 50, e teve duas figuras como líderes principais: William Branham e Oral Roberts. Já o avivamento da rua Azusa pode ser enquadrado naquele tipo que ocorre despertando a igreja para a obra missionária e evangelística. Atualmente o Brasil está vivendo um avivamento de cura no qual apenas um ministro tem se destacado. E o mais curioso é que esse avivamento vem durando alguns anos e não dá nenhum sinal de que irá parar. É algo muito fora do comum!

  • Durante um avivamento, a oração e adoração são muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito intensos: esse é o típico avivamento que atinge a igreja. Nele, a oração, adoração, intercessão, confissão de pecados, etc. são todos muuuuuuuuuuuuuito intensos. O que se observa hoje é algo bastante rotineiro, muitas vezes mecânico e repetitivo. Quando o cenário da mesmice se estabelece, provavelmente a morte espiritual está a caminho. No Reino de Deus não há mesmices e o maná envelhecido não serve pra alimento. Há vinho e azeite novos à disposição da igreja todos os dias! Basta ela priorizar a soberania do Espírito Santo. Lamentavelmente muitas decisões ministeriais e eclesiásticas são tomadas segundo a conveniência humana e não segundo a inspiração divina. Ser ministro do Evangelho hoje virou algo natural e estão substituindo a essência do chamado (onde prevalece a soberania divina) pela troca de favores e acordos humanos. Simplesmente lamentável! É nesse momento que a inspiração some e o que sobra são métodos vazios que não suprem a necessidade espiritual de ninguém e deixam o povo faminto. Desnutrição espiritual e falta de familiaridade com o poder de Deus tem sido frequentes na igreja. Isso por que os dons estão sendo desprezados em função de ativismos políticos no seio da igreja. Seja sincero: fazendo uma avaliação imparcial, em que lugar você tem contemplado o agir do Espírito Santo?

  •  Quem nasceu no fogo não se acostuma com fumaça! Essa é uma parte delicada dos avivamentos. Em geral, quem se converte num período assim dificilmente se satisfaz com algo inferior e acaba ficando um pouco mais exigente, o que leva os ministros a se esforçarem mais para ter um melhor desempenho. Isso é uma via de mão dupla. Por um lado, o saldo é positivo por forçar pregadores a serem mais responsáveis com seus ouvintes. Por outro, as pessoas podem exagerar nas exigências e tornarem-se críticas demais, perdendo a essência da simplicidade e humildade. O fato é que avivamento traz muito resultado, qualitativo e quantitativo. Gerenciar os resultados gerados não é tarefa trivial e novamente exige-se inspiração do Espírito para fazê-lo com eficiência.

  •  Atingem um público específico: isso é muito interessante. Em muitos avivamentos, o público alcançado parece ter sido predestinado àquele evento. Um povo, um país, uma cidade, um bairro, um estado, etc. Muitos avivamentos parecem ter sido direcionados para uma data, local e pessoas previamente escolhidas. Como resultado dessa escolha, muitos frutos são colhidos, em particular, muitos missionários e evangelistas vão pelo mundo levando a Palavra que receberam no avivamento e muitas igrejas e ministérios são estabelecidos. Caso não tivessem experimentado esse poder no avivamento, dificilmente teriam se tornados grandes homens e mulheres de Deus.


As características mencionadas acima são gerais e pode ser que eu tenha esquecido algumas. Sugiro que o leitor consulte material sobre o tema e verá que avivamento é um dos mais importantes acontecimentos que ocorrem no seio da igreja. É uma espécie de reabastecimento que proporciona enormes benefícios para a igreja. Alguns eventos naturais exemplificam de modo aproximado o que ocorre durante um avivamento. Palavras como terremoto, maremoto, avalanche, vendaval, tempestade, big bang, etc. dão uma ideia moderada do que ocorre no Reino de Espírito. É como se Deus lançasse meteoros no império das trevas e devastasse as obras do diabo. Particularmente, vivo na expectativa de um grande avivamento que ocorrerá a qualquer momento!

Um abraço a todos.

Marconi BS Costa

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

A nova Sodoma e Gomorra mundial




     Depois de ser achincalhado, vilipendiado, difamado, dilacerado e ridicularizado por toda imprensa nacional e pelos ativistas gays, o pastor e deputado federal Marco Feliciano deixou de ser notícia no Brasil. Depois que a poeira baixou, ficou suficientemente clara a manipulação do governo ao fazer de Marco Feliciano e dos ativistas gays, seus “bois de piranha”. A engenharia social do PT já declarou guerra à igreja evangélica brasileira, em particular, à pentecostal e neopentecostal.

            Marco Feliciano: usado como boi de piranha pelo governo

Apesar do transtorno, todo esse episódio serviu para mostrar as artimanhas e estratégias dos nossos “representantes”. Talvez os ativistas gays e a igreja tenham aprendido uma importante lição: não se pode confiar e negociar com o governo! No momento em que o PT considerou que não precisava mais nem dos ativistas gays e nem da igreja, ele criou toda essa balbúrdia para enganar a nação brasileira e desviar sua atenção. Uma jogada de mestre! Toda a mídia desabou repentinamente nos ombros de Marco Feliciano como se ele fosse culpado por todos os problemas do país! Na visão dos extraordinários e inteligentíssimos agentes da imprensa, se Marco Feliciano abandonasse a CDHM, o planeta seria transformado: iria acabar a fome, a corrupção, o desemprego, as guerras, as doenças, etc. Ou seja, Marco Feliciano era o problema do mundo! Enquanto Marco Feliciano e os ativistas gays eram usados como “bois de piranha”, deputados condenados no mensalão assumiam posição na comissão de justiça (clique aqui).
Neste cenário onde a inteligência foi extremamente venerada e admirada, uma bomba explodiu no Brasil: PROTESTOS! Que interessante! A força dos protestos NÃO foi alimentada pelo ódio a Marco Feliciano, mas pela revolta da população contra a corrupção e contra o descaso do poder público com a educação e saúde. Enquanto o governo gastava zilhões na copa, os serviços básicos da nação permaneciam abandonados. O PSOL, um dos partidos mais honestos, dignos, admiráveis e transparentes da história da humanidade, foi recentemente acusado de corrupção (clique aqui). O curioso é que foi esse mesmo partido que mais caçou agressivamente Marco Feliciano. Que ironia!
Agora o cenário é um pouco diferente. Contudo, deve-se notar que há um movimento mundial para imposição da sodomia a todas as nações. Dentro de poucos anos, a promiscuidade deixará de ser opção e passará a ser norma e quem se opor receberá um tratamento muito pior do que aquele dado a Marco Feliciano. É de se espantar, mas já há instituições no mundo que defendem abertamente a pedofilia como uma prática sexual salutar (clique aqui). Essas e outras mazelas equivalentes vão surgir de forma abundante e imperativa. A igreja não está preparada pra isso e dificilmente estará. Uma das formas de resistir a isso é influenciar o mundo com a verdade do Evangelho. A igreja precisa estar presente em todos os territórios e ambientes, inclusive na política. Temos dupla cidadania: divina e terrena. Saber como agir em ambas é fundamental neste novo processo que se instaura. Além de oração, evangelismo e prática da Palavra de Deus, a igreja deve aprender a se mover no aspecto legal. Não podemos entregar a nação nas mãos de corruptos e porcos comprometidos com o pecado e com a promiscuidade. Devemos orar para Deus levantar homens segundo o Seu coração para protegerem o país. Se ignorarmos esse processo e nos omitirmos, poderemos sofrer no futuro.
Acorda igreja, acorda Brasil! Mesmo que ela seja irremediavelmente imposta, não podemos ficar em silêncio diante da nova Sodoma e Gomorra mundial. Ainda que a gente perca o combate e a guerra, não podemos nos omitir e ficar indiferentes.

Um abraço a todos!

Marconi BS Costa

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Igrejas apostólicas e pastorais – diferenças gritantes




       Antes de ir direto ao assunto, me permita uma breve introdução. A igreja evangélica brasileira acabou adotando um comportamento infantil relativamente recente: seguir modas e tendências. Anos atrás, raríssimos homens ousariam se autointitularem apóstolos. Dado o peso bíblico que esta palavra carrega, seria um atrevimento praticamente inaceitável alguém se autodenominar assim. Contudo, de uma hora pra outra, muitos que eram pastores se tornaram apóstolos e ninguém sabe direito como e porquê. O fato é que virou moda ser chamado de apóstolo no Brasil e isso sem nenhum critério bíblico claro e rigoroso. Para um país que quase não tinha nenhum pregador do Evangelho com esse título, é de se estranhar essa explosão de ‘apóstolos’ nos anos recentes.


         Infelizmente o nível destes apóstolos atuais passa a zilhões de quilômetros de distância daquele que é o maior referencial de cristianismo depois de Jesus: o apóstolo Paulo. Embora eles carreguem o título, não transmitem o conteúdo natural de um apóstolo! Se compreendessem a obra do apóstolo Paulo, provavelmente abandonariam esse título rapidamente. Outra moda não tão recente foi a igreja na visão celular. Particularmente, não tenho nada contra essa visão, mas o efeito megalomaníaco causado por ela foi estrondoso. Hoje essa moda já não é tão destacada assim. Essas modas e tendências surgem periodicamente na igreja, como se houvesse uma necessidade midiática de angariar destaque no cenário nacional. Isso distancia a igreja de seu verdadeiro fundamento: a Palavra de Deus. Métodos não são fundamentos, não são princípios e não são os objetivos. Métodos são métodos, e não há nenhum que seja universal, absoluto e irrefutável. Viver a Palavra de Deus em Sua plenitude é o melhor método para a igreja atrair os pecadores a Cristo. Porém, tendo em vista que este “método” exige um nível disciplina altamente elevado, as pessoas preferem aderir a outras técnicas de marketing mais eficientes.
         Considerei essa introdução necessária para que o leitor não pense que fui impelido a escrever sobre o tema por ter sido influenciado pela moda evangélica (a moda de chamar todo mundo de apóstolo). E pasmem: até mesmo ‘apóstolas’ estão sendo consagradas ao ministério. Quanta bizarrice!
Minha motivação em escrever não tem nada relacionado com isso. Coisas como “pés apostólicos”, “ano apostólico”, etc. não possuem fundamento bíblico. Tudo isso é apenas fruto da moda. Minha motivação em escrever recai sobre o fato de reconhecer que há sim unção apostólica e igrejas com forte caráter apostólico que as diferencia de igrejas pastorais. Nessas coisas sim, eu acredito. Creio em unção apostólica, assim como creio em unção profética, evangelística, pastoral e de ensino (Ef 4.11).


         Não é tarefa difícil distinguir e diferenciar uma igreja pastoral de uma apostólica. Há características básicas que as diferencia. Porém, deve-se prestar atenção que estas características não são artificiais, são espontâneas. Tem muita gente fazendo coisas apenas para atrair atenção e ganhar alguma notoriedade, sem seguir a verdadeira vocação do seu chamado. Ou seja, fazendo coisas por mero modismo e por que fica bem na ‘fita’. Assim, uma igreja pode ser essencialmente pastoral e desenvolver atividades apostólicas por mero modismo e não por visão original de Deus. Por outro lado, uma igreja apostólica pode se limitar a ser uma igreja pastoral por causa do medo ou por outro motivo qualquer. Dito isto, vamos ao que interessa!

Igrejas pastorais

- Normalmente não levantam nenhum outro chamado ministerial além de pastor;
- Não iniciam nenhuma igreja em outros locais;
- Não enviam e nem sustentam nenhum missionário;
- Possuem um número limitado e uma certa rotatividade de membros.

Igrejas apostólicas

- Normalmente desenvolvem vários chamados além do pastoral;
- Iniciam igrejas locais em várias regiões;
- Enviam e sustentam missionários;
- Erguem ministros com certa frequência;
- Tem um número maior de membros;
- Possuem estrutura espiritual e financeira consistente;
- Tem grande foco na doutrina e nos fundamentos da Palavra.

         Estas diferenças são vocacionais e dificilmente são perceptíveis para o público. Você pode encontrar igrejas pastorais fazendo tudo que é intrínseco a uma igreja apostólica, e ainda assim ela continua sendo pastoral. Não é o fazer que determina a diferença, é o ser. Você não precisa fazer nada para ser o que Deus quer que você seja, basta apenas você ser e então irá fazer naturalmente e espontaneamente o que Deus quer. Apesar do modismo normalmente definir a postura que a igreja vai adotar, o resultado pleno só é obtido quando ela segue a vocação dada por Deus. Não adianta tentar ser aquilo que você não é ou tentar ser aquilo que Deus não quer que você seja! Fazer coisas apenas por vaidade não produz frutos significativos, apenas resultados superficiais.
    Por fim, deve-se considerar que estas diferenças são essencialmente vocacionais. Não dependem tanto das pessoas, mas do poder que opera sobre elas em seu chamado. Por isso, há igrejas com visões locais enquanto outras possuem visão regional/universal. Para quem tem um chamado dentro dos 5 dons ministeriais, uma igreja apostólica é provavelmente muito mais atraente que uma pastoral. Para quem não tem chamado ministerial, uma igreja pastoral provavelmente suprirá todas suas necessidades espirituais que, diga-se de passagem, serão mínimas.

Um abraço a todos.

 Marconi BS Costa

sábado, 31 de agosto de 2013

Julgar comportamentos e práticas não é condenar pessoas!






Do mesmo modo que podemos julgar as profecias sem acusar os profetas (I Co 14.29; 10.15; I Jo 4.1), temos a liberdade de julgar atitudes e decisões (Jo 7.24; I Co 6.2-5; I Ts 5.21; Ef 5.11), sem julgar pessoas (Mt 7.1,2; Rm 14.13; Jo 8.15; 12.48; At 17.30,31; Rm 2.16; I Co 4.1-5).
Deus não julga situações, Deus julga pessoas. Nós não julgamos pessoas, nós julgamos situações, profecias, comportamentos, práticas, doutrinas, ensinamentos, inspirações, etc.
Portanto, a igreja pode julgar o pecado, não o pecador. Podemos julgar e condenar o adultério, o roubo, a mentira, a exploração, a manipulação, a pedofilia, a arrogância... mas não podemos julgar QUEM pratica tais coisas.
Sendo assim, é uma tolice enorme confundir críticas tolas e vazias com o reto juízo (Jo 7.24). A reta justiça está sendo DESONESTAMENTE & ESTRATEGICAMENTE confundida, distorcida e apelidada de crítica.
     Não seja leviano! Se você fez coisas erradas e as pessoas descobriram e estão condenando não você, mas o seu comportamento, então assuma seus erros e reconheça seus equívocos. A melhor maneira de não ser alvo de juízo é sendo honesto, transparente, justo e santo!
     Um exemplo claro desse comportamento são pessoas que cometem adultério. Elas se comportam como porcos e ainda se recusam a serem disciplinadas. Parece piada! Outros cometem diferentes tipos de pecados e quando estes se tornam públicos, eles tentam redirecionar a atenção para o erro de outras pessoas.
     Julgar comportamentos utilizando a Palavra de Deus como parâmetro não tem nenhuma relação com criticar pessoas. Lamentavelmente há muita gente interessada em interpretar a reta justiça como crítica e vice-versa. NÃO CAIA NESSA ARMADILHA!

Marconi BS Costa

Pregar e criticar: nada a ver!





Pregar contra a corrupção não significa criticar os corruptos (Mq 3.8), pregar contra o adultério não significa criticar os adúlteros (Pv 6.32), pregar contra a pedofilia não significa criticar os pedófilos (Mt 18.1-6), pregar contra a prática homossexual não significa criticar os homossexuais (Rm 1.26-32; I Co 6.9-11; I Tm 1.9,10), pregar contra a manipulação e exploração não significa criticar os manipuladores e exploradores (II Co 2.17), pregar contra a vaidade e a soberba não significa criticar os vaidosos e soberbos (Pv 11.2; 16.18; 29.23), pregar contra a fornicação não significa criticar os fornicadores (I Ts 4.3-5).
       Por isso, antes de me classificar como crítico, analise o que eu estou pregando E NÃO CONFUNDA O CONTEÚDO DA MINHA PREGAÇÃO COM QUEM ESTÁ SENDO ATINGIDO POR ELA!  Se eu prego contra a corrupção, os corruptos vão se sentir ofendidos; se prego contra a manipulação e exploração, os manipuladores e exploradores vão ficar ofendidos; se prego contra a burrice, os tolos vão ficar chateados......
Logo, quem é atingido pela Palavra da Verdade (o Evangelho de Cristo), irá classificar como críticos os pregadores, numa tentativa leviana de desmerecer o conteúdo da pregação. QUEM se sente ofendido ao ouvir a verdade, a chama de crítica, quem se sente alimentado por ela, a chama de salvação!
       Portanto, ilustríssimo leitor, antes de me classificar como alguém que gosta de criticar pessoas, avalie cuidadosamente a essência de minha pregação e perceba a colossal diferença que existe entre condenar o pecado e criticar o pecador. O grande problema das pessoas é a incapacidade de perceber que a Palavra de Deus não veio para agradar os nossos ouvidos, mas para corrigir o nosso caráter (II Tm 4.3).
       Se falar a verdade é a mesma coisa que criticar, então veja como o apóstolo da fé encerra essa questão em Gl 4.16:
"Tornei-me, porventura, vosso inimigo, por vos dizer a verdade?"

Marconi BS Costa

O preço da mediocridade




No programa Vitória em Cristo do dia 17/08/2013, o pastor Silas Malafaia faz um importante alerta à igreja: há vários projetos de lei no Congresso Nacional que visam destruir os princípios éticos e morais da sociedade.

           A igreja está colhendo os frutos de sua própria mediocridade. Durante décadas, a igreja evangélica brasileira classificou a política e a mídia como 'coisas do diabo'. Como resultado, o diabo aceitou o que a igreja entregou nas mãos dele de bandeja, e hoje, estamos sendo atacados ferozmente pelo inimigo.
             Precisamos de homens de Deus em todas as esferas da sociedade! Lamentavelmente, a igreja evangélica brasileira sempre alimentou em seus membros um sentimento de miséria, fracasso e mediocridade, associando incapacidade e lerdeza com virtudes extraordinárias como a humildade.
            Assim como Deus tirou Israel do Egito e não conseguiu tirar o Egito de Israel, nos dias atuais Ele não quer apenas tirar a igreja do mundo, mas também quer remover o mundo da igreja. Boa parte da responsabilidade por essa tragédia recai sobre a liderança da igreja evangélica, pois foram eles que durante décadas ensinaram o povo a ser "humilde" e desestimularam a igreja a se qualificar. Colocaram na cabeça do povo que ser um conquistador e desbravador é o mesmo que ser orgulhoso e arrogante. As pessoas acham que ser ousado, determinado, corajoso e destemido, é o mesmo que ser soberbo e vaidoso.
            Se tivéssemos recebido uma herança espiritual mais qualificada como a de Josué e Calebe, encararíamos os gigantes de frente. Graças a Deus há homens hoje que não se submetem ao espírito de miséria e mediocridade que deseja manter a igreja numa posição social inferiorizada. Graças a Deus há homens hoje que sabem que não há nenhuma associação entre mediocridade e humildade.
            Já passou da hora de contemplarmos e presenciarmos o Evangelho conquistar novos territórios para o Senhor Jesus. Territórios que jamais imaginávamos que seriam alcançados. Está chegando o dia que Deus vai levantar homens que serão presidentes, senadores, desembargadores, megaempresários, que não se renderão ao príncipe deste mundo e que se posicionarão em favor de Cristo.
            Os dias da miséria e da mediocridade na igreja estão chegando ao fim. Uma nova geração se levantará e não terá medo de enfrentar face à face os desafios que a igreja sempre fugiu covardemente. A igreja sempre fugiu da mídia, da política, das ciências, das mentes mais brilhantes, etc. Porém, nos dias atuais, surge um remanescente que se ergue para mostrar que Deus é Deus de todos: ricos e pobres, fracos e fortes, altos e baixos, tolos e sábios, reis e súditos, humildes e arrogantes, etc. Deus é Deus sobre tudo e sobre todos.

Marconi BS Costa